#CADÊ MEU CHINELO?

domingo, 31 de maio de 2009

MAIS +ou- MENAS #003




+ou-
PORTO ALEGRE, BRASIL
DOMINGO, TREINTA Y UNO, MAYO DE DOS MIL NUEVE

A edição deste domingo é uma construção coletiva feita a partir da oficina de jornalismo subversivo que a galera dO DILÚVIO realizou na semana acadêmica da fabiculdade de comunicação da UFRGS. Pedimos aos participantes que nos enviassem textos e imagens produzidos ou reproduzidos por eles e que liberassem em uma licença Creative Commons. Pois então aí está o resultado! Obrigado a todos que compareceram a oficina, aos que enviaram material e ao pessoal do Dacom.



+ou-

txt: Luiza Monteiro


Mas você poderia descentrar a história de Ashputtle e centrá-la nas irmãs mutiladas. É, sim, uma fábula sobre decepar pedaços de mulheres para que elas se encaixem. Já vi a laia dele fazendo isso, já os vi fazendo coisas bem piores, e se esse é o preço que se paga pela paz e prosperidade, então é um preço alto demais. Vinde, fantasmas, eu vos amo ainda. Em vão procura agora socorros estranhos pois sou eu quem decidirá sua sorte. Eles podem mudar, só que tem que ser uma mudança completa. Se escolhem pensar que eu fui forçada a tudo isto, então têm minha permissão para fazê-lo, se isso os faz felizes, contanto que me deixem em paz. É claro que tudo isso era uma bobagem, prova suprema de que Peter não tinha a mínima idéia de quem era ou o que era. Bobagens, é claro.

Ainda assim, bobagens inspiradas

e perigosas.


+ou-



chrg: Melissa Orsi dos Santos



+ou-



txt n' imgm: André Araújo

Intertexto Futurista e a Morte do Autor

f5 f5 f5

www.google.com diz: Contra a arte parcelar, será uma prática global que se dirija ao mesmo tempo sobre todos os elementos utilizados. Tende naturalmente a uma produção coletiva e, sem dúvida, anônima (pelo menos na medida em que, ao não estar as obras armazenadas como mercadorias, tal cultura não estará dominada pela necessidade de deixar traços). Suas experiências se propõem, como mínimo, uma revolução do comportamento e um urbanismo unitário, dinâmico, suscetível de estender-se ao planeta inteiro; e de ser prolongado seguidamente a todos os planetas habitáveis.


metrolyrics.com: Imagina meu rosto numa camiseta
Esperando um peito vazio pra preencher
O meu ponto de vista vem engarrafado
Pronto para o seu uso ou pra quem quiser vender


andreeumesmo diz: são seis e meia e acabei de assassinar mais um escritor. peguei emprestado meia dúzia de palavras e tirei-as da ordem, mas infelizmente esqueci de pedir autorização. ele que se foda na real. já disseram que quando o nietzsche matou deus, ele botou o homem no seu lugar. puta coisa burra. divindade por divindade, prefiro uma que não exista do que uma que claramente só faz merda.



Canevacci_eXtremo212 diz: O trabalho é uma espécie de rito de passagem que separa dolorosamente o jovem do adulto. Um rito sem mito. O trabalho como trabalho assalariado se apresenta desde logo como um corte nítido do qual não se pode voltar. É uma passagem unidirecional e irreversível. Ele assume a forma besuntada e deprimente do emprego fixo (no Estado, nas prefeituras, no público etc., uma espécie de prisão perpétua com a permissão de fugir uma vez ao dia), ou do trabalho explorado na fábrica, alienado, mas vivo, do qual é preciso tentar livrar-se de todas as maneiras.
A mutação antropológica da libertação do trabalho (repetitivo, alienado, fixo) pode permitir a difusão descentralizada e diferenciada de um trabalho outro (criativo, individual, temporário). Entre as muitas coisas que essa mutação laboral implica, existem conexões muito estreitas com uma condição juvenil inédita. Em sua posterior fragmentação interna (por causa de uma fraca conexão com setores fortes da produção), os jovens presentes-futuros, encontrando-se num mundo sem trabalhadores, dilatam sua condição de não-mais-adolescentes e ainda-não-adultos. Esse rito de passagem se dilata sem tempo. E sem passagens.

andreeumesmo diz: e viva o manifesto da vagabundagem legitimada!!! só pra terminar então, um pequeno desvio de uma frase que obviamente não é minha: o nascimento do leitor tem que se pagar com a morte do autor. toma filha da puta!!




+ou-




txt n' pht: Mario Arruda

Viva o fingimento!

Entrei na sala e só tinha alunos da pós graduação. Grande coisa, pensei, tem tanto professor meu que fala de palestras e só faz de conta que sabe alguma coisa mesmo. O pessoal que estava lá devia estar achando que começava a entender das coisas ,mais ou menos como eu, só que em maior escala... Cheguei a achar que conseguiria entender bem a palestra tanto era o meu engano. Sentei num bom lugar e segui falando merda com os colegas que também esperavam o início da tarefa de entender toda a apresentação sobre... Bom, não sei bem sobre o que tratava a falação do professor de uma universidade do RS...

Começou. Passaram-se alguns minutos e eu já estava olhando a minha volta se as pessoas entendiam o que o cara dizia. Ele citava uns autores conhecidos e outros que eu nunca tinha ouvido falar, mas tudo parecia não mudar: eu entendia apenas uns 20% das ligações e das explicações, parecia um chapado de éter. Era “segundo fulano”, “o pensamento de não sei quem”... Realmente fantástico ver o cara falando. Não parava nunca e eu ainda tentava entender o início de tudo...

Burro. Só pode... Mas então começou a parte de perguntas e respostas. Fizeram uma pergunta bem simples no início e o palestrante respondeu falando uns 10 minutos. Tudo bem, ele queria responder bem. Mais uma pergunta e outra resposta igual. Comecei a ficar nervoso, a objetividade tinha levado um bico na bunda e ficado chorando do lado de fora. Terceira pergunta... Resposta que não tinha respondido porra nenhuma. O final “não sei se respondi bem a tua pergunta”só veio para confirmar isso. Mas então eu entendi! A palestra funcionava da seguinte forma: um fazia que sabia o que estava fazendo, muitos faziam que entendiam e alguns percebiam o que realmente estava acontecendo, mas ficavam ali sem se manifestar...

As palestras nas universidades são realmente parecidas com o governo Yeda.



+ou-



pht n' phtshp: Cielito Rebelatto Junior



+ou-

Escrituras marginais

txt: Arlei 'Xuxu Beleza' Arnt

Quem matou Catarina e Alemão ?

Foi numa tarde de verão, quando Catarina e Alemão estouravam um bagulho na redondeza, que a vida veio acertar as contas com eles. Algumas crianças se divertiam nas ruas com seus carrinhos de brinquedo quando dois motoqueiros se aproximaram rapidamente e dispararam alguns tiros em direção a Catarina e Alemão. Ambos morreram na hora, sujando de sangue a rua da molecada. Ninguém sabe ao certo a razão do crime, mas motivos não faltam. A primeira hipótese remete a vingança pessoal de antigas intrigas. Catarina e Alemão costumavam desfilar seus ‘berros’ nos ouvidos alheios a fim de mostrar quem é que manda na zona. Também era prática dos dois alguns socos e pontapés nos manés metidos a malandro. Dentro desta hipótese cabe um bom número de vizinhos vítimas da dupla há anos. Outra hipótese se baseia na concorrência de outros traficantes. Desde que Madureira, o ‘patrão’ de Catarina e Alemão, foi preso, a zona ficou sem a guarda do chefe, facilitando a ação de um outro bando para tomar a boca de fumo. Entretanto o tráfico hoje praticamente não existe mais, o que diminui as chances dessa suspeita.

E a última hipótese, a menos provável, trata-se de queima de arquivo e tem dois suspeitos: Madureira ou a polícia. Mas não tem muito fundamento, pois eles eram, além de cães de guarda, os melhores amigos de Madureira; e a polícia não costuma executar bandidos em plena luz do dia e na frente das crianças. Pode-se dizer de Catarina que ele sempre teve uma índole de bandido, enquanto que Alemão parece mais o bom moço que não teve melhores oportunidades de vida. Alemão é mais um dos milhões de brasileiros que deixou a pequena cidade natal para tentar a sorte na capital. Sem dinheiro que pudesse pagar um aluguel, Alemão e seus dois irmãos mais novos ocuparam um terreno vazio de um morro e aos poucos foram construindo o barraco de morar. Vender os bagulhos do Madureira era um serviço bem mais rentável e prazeroso do que trabalhar como pedreiro. Com Catarina de colega de trampo, Alemão conheceu outros serviços interligados ao tráfico de drogas. Os mais comuns eram assaltar ônibus e roubar bois de sítios vizinhos. O mais raro dos crimes só aconteceu uma única vez e, como não deu certo, nunca mais se repetiu.

Madureira e Catarina planejaram um seqüestro. Encapuzados, eles invadiram uma grande casa e renderam um importante executivo de uma grande empresa de comunicação, além de sua esposa. Após horas de ameaças e vendo que não havia dinheiro no cofre da casa, Madureira e Catarina pediram uma certa quantia em dinheiro para ser paga no dia seguinte. Caso contrário, voltariam à casa do casal para matá-los. No lugar e hora combinados, lá estava a caranga do executivo parada e os vidros baixados. Madureira ficou na retaguarda cuidando uma possível aproximação de policiais, enquanto Catarina ficou encarregado de cobrar a ‘dívida’. Nem deu tempo de Catarina chegar perto da caranga. A polícia, escondida nos matos, caiu em cima dele na mesma hora. Catarina apanhou muito dos ‘home’, mas não abriu o bico para cagoetar o amigo (“pior que dedo-duro, só colorado”, brincava Catarina depois). O seqüestrado disse reconhecer a voz dele, mas como isso não incrimina ninguém, Catarina foi solto. A mulher de Madureira, depois de passado o susto, não acreditava no acontecido:

“tu fica aí vendo esses filmes americanos e pensa que é o Al Pacino... a diferença é que ele é inteligente, né... ora, eu nunca vi fazer seqüestro sem refém”. Com a prisão do chefe e a morte dos dois cães de guarda, o tráfico no morro encerrou um pequeno ciclo de vida. Foi lá que apareceu um dos melhores bagulhos dos últimos dez anos, conhecido como ‘genérico’. Um depoimento de um jornalista de uma emissora de televisão confirma a fama: “nunca fumei nada melhor”.



+ou-

ROTEIRO OFICINA

Rtr: Tiago Jucá Oliveira

Jornalismo Subversivo

som: Orquestra Brasileira de Música Jamaicana - O Guarani (Carlos Gomes)
link interativo mp3


A DESOBEDIÊNCIA CIVIL

Deve o cidadão, sequer por um momento, ou minimamente, renunciar à sua consciência em favor do legislador? Então por que todo homem tem uma consciência?

Penso que devemos ser homens, em primeiro lugar, e depois súditos. Não é desejável cultivar pela lei o mesmo respeito que cultivamos pelo direito. A única obrigação que tenho o direito de assumir é a de fazer a qualquer tempo aquilo que considero direito.

A lei jamais tornou os homens mais justos, e, por meio de seu respeito por ela, mesmo os mais bem−intencionados transformam−se diariamente em agentes da injustiça.


leitura: A Desobediência Civl - Henry Thoreau
link interativo pdf




som: Jimmi James - Sgt. Pepper's Paradise
link interativo mp3


NENHUM DIREITO RESERVADO

Wu Ming 1: “a cada noite e a cada dia milhões de pessoas, sozinhas ou coletivamente, cercam/violam/rechaçam o copyright. Desviam-se com astúcia de qualquer obstáculo técnico ou legislativo. Surpreendem no contrapé as multinacionais do entretenimento erodindo seus (até agora) excessivos ganhos”.

Pablo Ortellado: “desde que obras e patentes passaram a ser registradas, os direitos sobre elas passaram a ser violados. É uma violação pública das leis motivada por seu caráter ilegítimo. A desobediência civil se faz abertamente e ela não reconhece que a lei que está sendo infringida seja justa”.


leitura: Pablo Ortellado - Por que somos contra a propriedade intelectual?
link interativo pdf

leitura: Wu Ming 1 - Copyright e Maremoto
link interativo pdf


URBe pergunta: Teme ser tirado do ar ou ser processado?

João Brasil - Não. Não estou ganhando dinheiro com isso e cito todos os samples que usei. Se quiserem tirar do ar acho besteira pois estou divulgando o nome desses artistas, inclusive para um público que possa até nunca tê-los ouvido antes.

link interativo web

PARANGOLÉ




Critical Art Ensemble - Distúrbio Eletrônico

Critical Art Ensemble: “o plágio tem sido há muito considerado um mal no mundo cultural. Tipicamente, tem sido visto como um roubo de linguagem, idéias e imagens executado pelos menos talentosos, frequentemente para o aumento da fortuna ou do prestígio pessoal.

Talvez as ações dos plagiadores, em determinadas condições sociais, sejam as que mais contribuem para o enriquecimento cultural. Antes do Iluminismo, o plágio tinha sua utilidade na disseminação das idéias. Um poeta inglês podia se apropriar de um soneto de Petrarca (poeta italiano), traduzi-lo e dizer que era seu. O verdadeiro valor dessa atividade estava mais na disseminação da obra para regiões onde de outra forma ela provavelmente não teria aparecido”.



som: DJ STV SLV - Good Ol' Fashion Rump Shaker
link interativo mp3


Lei número 9.610/98

Artigo 28: “o autor tem o direito exclusivo de usar, fruir e dispor da obra literária, artística e científica”.

Artigo 29: “depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra, por quaisquer modalidades, tais como: a reprodução, parcial ou integral; a edição; a adaptação, o arranjo musical e quaisquer transformações; a tradução; a inclusão em fonograma ou produção audiovisual, a distribuição; (...) além de quaisquer modalidades de utilização existentes ou que venham a ser inventadas”.

Artigo 46, II: “não constitui ofensa aos direitos autorais: a reprodução, em um só exemplar, de pequenos trechos, para uso privado do copista, desde que feita por este, sem intuito de lucro”.

O VERDADEIRO USO PRIVADO DA PLAYBOY


som: De Leve - O que que nego quer
link interativo mp3


Thomas Jefferson: “aquele que recebe uma idéia minha aprende sobre ela tanto quanto eu, sem diminuir o que eu já sei; assim como quem acende seu lampião no meu recebe luz sem me deixar no escuro”









som: DJ Dolores - Oslodum 2004

link interativo imagem
link interativo mp3














+ou-


OFICINA VIA TWITTER


twttr: Alexandre Haubrich

9:55 AM May 28th from web
Com traso de quase uma hora por problemas técnicos, vai começar a oficina de Jornalismo Subversivo, com Tiago JUcá, do Dilúvio

9:56 AM May 28th from web
Aqui é o Alexandre Haubrich, do Jornalismo B, e vou fazer essa cobertura com vcs

9:57 AM May 28th from web
Começa com apresentações dos alunos / público/ oficineiros

9:58 AM May 28th from web
Cada um diz o curso e o que acha que é jornalismo subversivo. Estão todos com medinho de dizer o que é jornalismo subversivo

10:00 AM May 28th from web
"Jornalismo subversivo é subversão", diz um. "Jornalismo Subversivo vai contra a ordem", diz outra

10:02 AM May 28th from web
Agora o Jucá põe na tela trechos de Henry Thoreau - A desobediânci Civil. Mias tarde, os textos vêm pra cá tbm

10:03 AM May 28th from web
dois exemplos de desobediência civil: capa dos beatles com os simpsons, música dos betales + guns

10:04 AM May 28th from web
As duas violam a lei de direitos autorias, nenhuma pediu aut6orização para quem tem os direitos sobre a obra

10:04 AM May 28th from web
"Todos os dias violamos direitos autoraias, e não sabemos"

10:06 AM May 28th from web
Fala de João Brasil, de um site que trabalha com licença livre. João Brasil diz que não tem medo de ser retirado do ar, pq não ganha dinheir

10:06 AM May 28th from web
...e trabalha com a liberdade de informação

10:07 AM May 28th from web
"Podemos ser criativos, mas a lei nos torna refêns da burocracia dos direitos autorais"

10:09 AM May 28th from web
Mais de 20 pessoas aprendendo sobre direitos autorais e jornalismo subversivo

10:10 AM May 28th from web
Vídeo de remix com diversas m´sucicas, que viol os direitos autorais e é exemplo de arte de qualidade. V´deo de João Brasi

10:11 AM May 28th from web
Músicas, imagens compostas de forma diferente das orignais, criando uma nova obra, disponiobilizada gatuitamente pelo autor

10:12 AM May 28th from web
Oficina formando mentes mais abertas, contestatórias, pensantes e subversivas

10:13 AM May 28th from web
O vídeo que acabou de ser passado é uma obra derivada, como um livro traduzido, uma foto editada, um livro adaptado para o cinema...

10:14 AM May 28th from web
Quem criou a restrição foi a indústria cultural, através do copyright

10:15 AM May 28th from web
O Mickey ia cair em domínio público, e, sob pressão, a lei mudou

10:16 AM May 28th from web
"O disney cresceu, ficou famoso, usando de plágio e domínio público"

10:17 AM May 28th from web
"QUalquer um que queira fazer jornalismo subversivo tem que ler esse livro: 'Distúrbio Eletrônico'"

10:18 AM May 28th from web
"Disney, como Shakespeare, se valeu de contos e personagens populares para suas histórias"

10:19 AM May 28th from web
Então, se criou o copyright, mas hoje, com a possibilidade de transmissão de informações, está obsoleto"

10:21 AM May 28th from web
3 artigos da lei número 9.610/98 na tela para o pessoal ler. Artigos 28 , 29 e 46

10:22 AM May 28th from web
Não se pode editar a playboy. O que se pode fazer com elas? uso privado..banheiro

10:23 AM May 28th from web
"QUando tu retransmite uma ideia, tu ão fica sem ela, tu difunde ela"

10:25 AM May 28th from web
Símbolo do Copyleft na tela, copyright invertido

10:26 AM May 28th from web
Copyleft é a cópia permitida. Se o copyright diz "todos os direitos reservadoas", o copyleft diz "todos os direitos invertidos"

10:27 AM May 28th from web
aYedinha na tela. Enrola com transparência. Obra publicitária recriada pelo pessoal do Dilúvio, e altamente reproduzida na internet

10:28 AM May 28th from web
Creative commones é usado pelo Dilúvio. O que é? Vídeo na tela para explicar

10:29 AM May 28th from web
História do cara que gravou o disco dos White Stripes fazendo o baixo. Mais tarde, link aqui

10:30 AM May 28th from web
Relevem os erros de port, a conexão tá devagar, então só leio o que digito depois que já foi

10:31 AM May 28th from web
Vídeo explicando o creative commons rolando. pessoal interessado

10:32 AM May 28th from web
Quem tá acompanhando aí pode ir mandando perguntas, críticas, elogios, sugestões, o que quiser.

10:34 AM May 28th from web
"É fácil quando você não precisa de intermediários" - frase final do vídeo

10:35 AM May 28th from web
Blog do Jornalismo B na tela, de lá pro blog do Dilúvio

10:37 AM May 28th from web
Explicação sobre a licença do Dilúvio. Co o material do Dilúvio, voce pode:copiar, distribuir, exibir e executar, além de criar derivadas

10:37 AM May 28th from web
desde q site a fonte

10:39 AM May 28th from web
"No blog, utilizamos conteúdo produzido em outros blogs e sites com creative commons, citando a fonte"

10:41 AM May 28th from web
"É uma oficina. Temso que produzir algo. Eu gostaria que, quem tiver interssado, começasse a pautar o q poderíamos fazer"

10:42 AM May 28th from web
"Vamos criando, e trabalhando as obras, para domingo ir para o ar no blog do Dilúvio"

10:43 AM May 28th from web
Explicação sobre o nascimento do Diçlúvio: existia um zine oficial na fabico chamando "No elevador". Jucá criou o "Noé leva a dor"

10:44 AM May 28th from web
Foi criado conteúdo na web e, em 2003, saiu o priemiro exemplar do Dilúvbio

10:45 AM May 28th from web
Jucá mostra algumas edições, e explica que Jornalismo Subversivo tbm é subverter e inverter as pautas tradicionais

10:48 AM May 28th from web
Jucá pergunta pro pessoal como podemos criar uma obra jornalística subvertendo a lei dos direitos autorais, para a oficina

10:50 AM May 28th from web
Enquanto o pessoal pensa, Jucá mostra mais utilizações dentro do blog do Dilúvio

10:51 AM May 28th from web
Links para blogs que são atualizados dentro do blog do Dilúviuo

10:51 AM May 28th from web
Começam a surgir as ideias

10:52 AM May 28th from web
Menina fala em juntar trechos de livros e produzir um texto em cima disso

10:53 AM May 28th from web
Hora de se mexer. ALguns minutos para cada grupo mexer na internet e busdcar ideias

10:54 AM May 28th from web in reply to lawduarte
@lawduarte Já já respondemos...
já passei a questão pro Jucá. Valeu! Segue participando ae!

11:00 AM May 28th from web
Segue a ddiscussão sobre o que fazer e como fazer o materil dos alunos da oficina

11:03 AM May 28th from web
Vem agora um ponto chave da oficina. O vídeo do Chaves maconheiro, engraçadíssimo

11:03 AM May 28th from web
Risadas tomam conta da sala. Exemplo classico de subversão dos direitos autorais

11:08 AM May 28th from web
Muitas risadas e acabou o vídeo

11:09 AM May 28th from web
Surgem mais exemplos citados pelos oficineiros. exemplos já feitos e o q pode se fazer

11:10 AM May 28th from web
Jucá explica o porquê do foco nos direitos autorais. Dilúvio tem várisa bandeiras dentro do jornalismo subetsivo

11:12 AM May 28th from web
A ideia é que cada um possa colcar, dentro do creative commons, um conteúdo que considere subversivo.

11:12 AM May 28th from web
A subversão dos direitos autorais são uma abertura para todos os outros tipos de subversão

11:19 AM May 28th from web
sugestões, ideias, pessoal se organizando pra produzir material pro blog do Dilúvio...vai ao ar no domingo

11:20 AM May 28th from web
Aqui é o Alexandre Haubrich, do @bjornalismob , fazendo a twittagem da oficina do Tiago Jucá, manda-chuva do Dilúvio, na Fabico

11:22 AM May 28th from web
Pessoal que se inscreveu pra participar da produção de conteúdo tá trocando ideias

11:24 AM May 28th from web
Mostrando na tela o post do blog do Dilúbvio sobre jornalismo subversivo, com a base do que está sendo falado hj

11:26 AM May 28th from web
Perguntei sobre a importância da internet pra subversão no jornalismo. Jucá conta a trajetória do Dilúvio na web, com exemplos de subversão

11:27 AM May 28th from web
Youtube facilita muito, aprimoramento do orkut tbm

11:28 AM May 28th from web
Exemplo da rádio do Dilúvio no My Space, e a difusão do seu conteúdo

11:29 AM May 28th from web
Jucá respondeu a pergunta e depois disse que não tinha entendido a questão...

11:29 AM May 28th from web
Copyright impede a circulação do conhecimneot, da informação

11:30 AM May 28th from web
A pessoa se adona da informação e se preocupa mais com os direitos autorais do que com o conhecimento da sociedade

11:31 AM May 28th from web
Cita Prodom: " A propriedade é um roubo", e completa: "ainda mmais a propriedade do conhecimento"

11:32 AM May 28th from web
ImportÂcnia de se criar uma rede de blogs para difundir melhor a informação

11:33 AM May 28th from web
Leis obsoletas, criadas antes da internet

11:34 AM May 28th from web
Pra terminar, um vídeo da TV Brasil, sendo que o Jucá foi entrevistado sobre o assunto em pauta aqui

11:34 AM May 28th from web
Mais tarde, link aqui

11:35 AM May 28th from web
"Quem produz não é o dono da obra, é o autor da obra"

11:37 AM May 28th from web
Agradecimentos...

11:37 AM May 28th from web
Distribuição de algum material, exemplares do Dilúvio

11:43 AM May 28th from web
Aplausos, acabou


































RONALDO
Postar um comentário

#ALGUNS DIREITOS RESERVADOS

Você pode:

  • Remixar — criar obras derivadas.

Sob as seguintes condições:

  • AtribuiçãoVocê deve creditar a obra da forma especificada pelo autor ou licenciante (mas não de maneira que sugira que estes concedem qualquer aval a você ou ao seu uso da obra).

  • Compartilhamento pela mesma licençaSe você alterar, transformar ou criar em cima desta obra, você poderá distribuir a obra resultante apenas sob a mesma licença, ou sob licença similar ou compatível.

Ficando claro que:

  • Renúncia — Qualquer das condições acima pode ser renunciada se você obtiver permissão do titular dos direitos autorais.
  • Domínio Público — Onde a obra ou qualquer de seus elementos estiver em domínio público sob o direito aplicável, esta condição não é, de maneira alguma, afetada pela licença.
  • Outros Direitos — Os seguintes direitos não são, de maneira alguma, afetados pela licença:
    • Limitações e exceções aos direitos autorais ou quaisquer usos livres aplicáveis;
    • Os direitos morais do autor;
    • Direitos que outras pessoas podem ter sobre a obra ou sobre a utilização da obra, tais como direitos de imagem ou privacidade.
  • Aviso — Para qualquer reutilização ou distribuição, você deve deixar claro a terceiros os termos da licença a que se encontra submetida esta obra. A melhor maneira de fazer isso é com um link para esta página.

.

@

@