#CADÊ MEU CHINELO?

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terça-feira, 30 de março de 2021

[deusolive] OS IRMÃOS BECK

:: txt :: Jucazito ::

Nesta terça tem mais um #deusolive. Vamos conversar com os irmãos Gui e Rafa Beck.
 
Uma pandêmica conversa virtual com @2beck_ e @guibeck13 sobre nossa passada vida fabicana, o presente momento de incertezas políticas e o futuro das artes visuais, ramo de atuação de ambos.
 
Para assistir e participar, siga o perfil @tiagojucazito no Instagram.


 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

[agência pirata] ESTAVA AUTORIZADO A CASCATAR



::txt::Wladymir Ungaretti::

quero minha liberdade de crítica. por ela já passei dois anos na cadeia

Continuo impedido de – livremente – comentar determinadas matérias e fotos de Zerolândia (jornal Zero Hora/RBS). Estou submetido a uma multa diária de 150 reais caso desrespeite esta determinação da Justiça. As ações foram movidas por um funcionário com 35 anos de firma. Uma cria da Casa, como se diz. Em primeira instância, na espera criminal, fui absolvido. Existe a possibilidade de recurso por parte do funcionário/RBS. Ele está obrigado a pagar as custas do processo e o meu advogado. Estou com todo o conteúdo da revista eletrônica Pontodevista – trabalho de sete anos – fora da rede, material que era usado em atividades didáticas de ensino de jornalismo na UFRGS. Não havia como “limpar” este material dos conteúdos que motivaram as ações. Escrevo estas notas, periodicamente, não só para informar os novos leitores do Blogpontodevista, mas para que cerca de 150 a 200 leitores diários, em Brasília, tenham consciência dos mecanismos de censura a que estão submetidos jornalistas que trabalham com a Internet, como último espaço que, em princípio, seria possível exercer a crítica. Resolvida esta pendenga, favorável ou não a Pontodevista, irei apenas assinalar que os meus reais objetivos já foram alcançados. Deverei ressaltar também que, independente do resultado final, continuarei sendo o professor Ungaretti, cuja história é de 45 anos de militância política (dois de cadeia), 40 de exercício do jornalismo, e quase 20 como professor. E nenhum prêmio. Ainda, em um outro momento, pretendo agradecer a todos os integrantes da rede de conivências corporativas por não terem se manifestado em solidariedade. Mesmo sabedores de quem eu sou e da minha história, assim como sabedores, também, do histórico do funcionário/RBS. Caso isso acontecesse teria ficado em uma situação de absoluto constrangimento e sob suspeitas. Não é por acaso o silêncio. É preciso ressaltar, ainda, que não por qualquer tipo temor abandonamos a crítica diária a Zerolândia. É uma prática repetitiva. Este espaço pode ser ocupado por outros até mesmo como aprendizado. Só enventualmente estaremos analisando uma ou outro aspecto, mas muito mais com o espírito de não perdermos o treino. Não é mais o centro de nossa atividade. E, ao final de todo esse processo, em caso de uma solução favorável, não temos a mínima intenção de qualquer comemoração. Pelo contrário. Ficará apenas a lástima de não termos ampliado, na ocasião, as críticas a todos os que foram coniventes com as práticas do funcionário. O cara fazia o que fazia com autorização, ou no mínimo com a omissão, do chefe da fotografia e do editor do jornal. Poderia dizer muito mais, mas quero distância de tudo isso. Alguém, também, deve ser responsável pela matéria “O estatuto do desarmamento bandido da Vila Cruzeiro”.

quero minha liberdade de crítica. por ela já passei dois anos na cadeia

“fui avisado por um ‘colega’ que não era saudável ler teu blog (PONTODEVISTA) na redação (ZH) nem dizer-se teu amigo logo que comecei lá.” Reproduzi, no Facebook, este pequeno trecho de um e-mail que foi enviado por um ex-aluno. E a seguir fiz o seguinte comentário: alguns ex-alunos me confirmaram este comentário. Um Bundão, da velha geração, chegou a pedir para uma ex-aluna defender o carinha que está me processando. Pode isso seu Richardo Chaves, o Kadão? Essa informação conta ponto prá ti na firma? Faça bom proveito! E você me conhece desde dos tempos da sucursal da Veja dirigida pelo Paulo Totti. Quero ser processado por todos vocês. É uma grande oportunidade de deixar registrado, nos anais da Justiça – para a história – o que penso deste lixo de jornalismo. Mesmo que isso me custe o quase nada que eu tenho.

quero minha liberdade de crítica. por ela já passei dois anos na cadeia

todos foram coniventes com as cascatas. Ninguém é inocente nesta parada. O fotógrafo é um coitado, instrumentalizado pelos editores. Estes instumentalizados, conscientemente, pelo PRBS para quem venderam a alma. Só falta quererem me provar que o Marcelo Rech e o Ricardo Chaves (Kadão) não sabiam que cascata é cascata. Juro, quero distância de tudo isso. Não tenho interesse nesse confronto. Até pelo simples fato de que tenho consciência de não sou nada diante do crimonoso poder do PRBS. Quero o exílio. Quero ser esquecido no ambiente da categoria, assim como na área do ensino de comunicologia da UFRGS. Mas tenho certeza de que serei lembrado pelos jovens JORNALISTAS paras os quais consegui doar meus conhecimentos e minha alma.

quero minha liberdade de crítica. por ela já passei dois anos na cadeia

alguém aí em Brasília está lendo o que escrevo? Sei que tenho pelo menos de 150 a 250 leitores lá por aquelas bandas. Preciso respirar. Quero que fique assegurado meu direto de dizer o que penso. Logo que essa parada ficar res0lvida, independentemente de ser a meu favor ou não, vou escrever um texto de agradecimento a todos os integrantes da rede de conivências corporativas por não terem se solidarizado comigo. Caso isso acontecesse estaria, hoje, sob suspeita. Obrigado companheirada do Sindicato, da ARI, da Fenaj e a todo mundo acadêmico que sabe o que represento como professor. Obrigado Bundões por não terem dito nada a meu favor. Boa parte das manchetes, de Zerolândia (nas últimas semanas) estão na mesma linha da edição de hoje (Investigada conexão gaúcha em plano de atacar polícia do Rio). Foram construídas em cima (do pode ser oriunda), de suposições e informações recebidas. São também, em grande parte, matérias que os velhos jornalistas chamavam de “matéria de gaveta”, aquela que pode ser publicada qualquer dia. Esta em andamento uma retomada da subjetividade reacionária que nos ameaça com a ameaça de um incontrolável clima de violência total. Ou tou ficando maluco!

incansável e repetitivamente: quero minha liberdade de crítica. por ela já dois anos na cadeia

Sim, maluco beleza eu sempre fui e dos tempos anteriores à militância política, bem antes da década de 70. Fui criado na periferia. Sou filho de um operário metalúrgico e uma mãe costureira. Fui criado com a “negrada” do nosso país.

ainda vou fazer de todas as minhas escrituras um único estilete

terça-feira, 19 de outubro de 2010

[the end] JIM MORRISON E O FIM DO JORNALISMO



::txt::Tiago Jucá Oliveira::

A reportagem pergunta: o que você acha dos jornalistas? Ele responde: “Eu poderia ser jornalista. Creio que a entrevista é a nova forma de arte. Acho que a auto entrevista é a essência da criatividade. Fazer perguntas a si mesmo e procurar respostas. O escritor está apenas respondendo a uma série de perguntas jamais feitas”.

Li o trecho acima numa edição da Rolling Stone do mês passado. É uma entrevista antiga feita pela matriz americana e reproduzida agora pela filial brasileira com o astro Jim Morrison, eterno líder da banda The Doors. Uma resposta genial, em vários sentidos, pra uma pergunta trivial mas bem direcionada. E que me despertou várias dúvidas e uma única solução. Começo pela última.

O problema está resolvido e solucionado. Desisto de ser jornalista. A partir de agora. Por tempo indeterminado. Estudei num satélite engraçado, ao lado do Planetário. Lá fiz muitos parceiros e grandes amigos. Troquei muita informação. Me comuniquei, sabotei, subverti e mais dezessete ou vinte cinco outras coisas. No final do curso fui comunicado que o meu diploma poderia ser pego em uma semana lá no prédio da reitoria. Eu esperava mais pra um fim de faculdade. E não um pedaço de papel.

Passei oito anos na desgraçada cousa (digite no open office, no word ou no google os termos 'coiso' e 'cousa' e verá que nenhum deles sugere que a palavra esteja errada, portanto, elas existem). Não aprendi quase nada. Pouca coisa que talvez você não possa fazer. E coisos que qualquer pessoa é capaz de aprender facilmente.

Eu invejo algumas profissões: o médico que sabe operar um paciente, o engenheiro que constrói uma casa, a cientista que faz descobertas, o arqueólogo que nos revela o passado, a bióloga que cuida a vida de animais em extinção. Eles fazem o mundo; nós, jornalistas, apenas comunicamos uns aos outros sobre suas operações. É uma profissão que felizmente não precisa de diploma, e eu nunca fui contra isso. Não cabe requisito pra ser pombo correio. Sem asas a notícia não voa. Até nossa carta magna versa sobre a comunicação, proibindo qualquer tipo de licença ou censura que barre a livre expressão e comunicação.

A independência jornalística é linda e romântica, mas não enche a barriga. Optar por caminhos alternativos tem os piores efeitos colaterais. Você vive atrás da grana, e não consegue fazer jornalismo como sempre quis fazer, tipo mega entrevistas, ultra reportagens, importantes denúncias. Não há estrutura financeira, material, humana nem jurídica pra isso. Algumas vezes você até consegue fazer algo, seria mais uma exceção pra confirmar a regra. E o pior: se consegue, uma pequena parcela lhe vê, ouve ou lê, pois você não tem a mesma audiência e penetração dos grandes.

O caminho tradicional tem seus vícios de longa data. Você tem tudo que desejaria ter em sua própria redação: tecnologia e técnicos pra lhe dar suporte, motoristas e fotógrafos a lhe esperar prontamente pra cobrir sua pauta, secretária pra lhe servir o café e atender o telefone, produção com todos os contatos possíveis pra você requisitar, etc, além das monedas (não muitas) garantidas todo final de mês. Mas vira escravo, colabora com quem sempre combateu, e se tudo der certo, daqui a quarenta anos de fidelidade a empresa, assume o lugar do Lasier Martins. Antes disso, você vai tirar foto de cágados e pombas no parcão ou fazer previsão do tempo.

A classe também não anda bem. Tem gente boa por aí a produzir boas cousas. Mas me causa certa perplexidade alguns deles. Muitos jornalistas competentes, em época de eleições, se mostram extremamente intransigentes. É decepcionante observar colegas, antes tão aprofundados por um outro mundo possível, agora como cães de guarda do coronelismo que domina o país. Ai de você levantar a voz ou fazer qualquer crítica aos monarcas e ao populismo. Receberá rótulos, tais como “golpista”, termo em voga.

Inevitável eu tentar a sorte em outras panelas. Até hoje mandando chuva, caio de boca no fogão pra por fogo em tudo que possa ser cozido. Não deixarei de escrever. Investirei nas auto entrevistas, todas elas bem temperadas. O DILÚVIO muda de mãos, talvez de rumo, mas segue sua sofrida e heroica resistência. Como já dizia Antônio Conselheiro, “adeus povo, adeus árvores, adeus campos, aceitai minha despedida”. A revista e seus tentáculos já fazem parte da história do jornalismo independente e das comunidades virtuais. Roubo agora Agostinho Carrara, que sampleou o mártir da grande família brasileira, Getúlio Vargas: “saio da história pra entrar na vida”.

Enquanto isso, sigo minha leitura. A Rolling Stone pergunta a Jim Morrison se ele é católico. Ele responde:

Religião é como filosofia, algo a que você devota mais seu tempo. Pode ser uma mulher. Pode ser uma droga. Pode ser álcool. Pode ser dinheiro. Pode ser literatura. Creio que religião é a coisa na qual você mais pensa e trabalha. Estou meio que ligado ao ramo da arte e literatura... meus heróis são artistas e escritores.

Por duas vezes você disse que manipulou a imprensa com sucesso. O quanto desta entrevista foi manipulado?

Não se pode evitar o fato de que o que você diz poderia possivelmente aparecer impresso um dia, por isso você mantém isso em mente. Tenho tentado esquecer isso.

Há outro tema em que você gostaria de tocar?

Que tal... Podemos discutir o álcool? Só um diálogo rápido. Nada longo

Ok. Parte da mitologia diz que você bebe bastante.

Em um nível muito básico, amo beber. Mas não me consigo ver tomando leite ou água ou Coca-Cola. Isso estraga tudo pra mim. Você tem que ter vinho ou cerveja para completar a refeição.

Isso é tudo que você quer dizer?

Ficando bêbado... Você tem o controle completo até certo ponto. A escolha é sua, toda vez que toma um gole. Você tem uma porção de pequenas escolhas. É como... Acho que é a diferença entre suicídio e a rendição lenta...

O que isso quer dizer?

Não sei, cara. Vamos ali beber.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

#SACFABICO

Semana Acadêmica de Comunicação
:txt:Tiago Jucá Oliveira

Esta semana a Escola Técnica de Comunicação da UFRGS, através do DACOM, promove várias atividades interessantes, como palestras, seminários e oficinas. A menos interessante, e por esse motivo você deveria ir, é uma palestra que Alexandre Haubrich, editor do Jornalismo B e também animal desta arca de Noé, e eu vamos dar. Não menos interessante por causa dele, e sim culpa minha. Sei porra nenhuma do que vou falar. Mas vou falar! Quinta, 9h. Fabico.

Talvez eu possa contar um pouco da lama que foi a fabiculdade nos anos 90. Vivíamos o auge do manguebit, e não só os caranguejos do Recife batucavam os ouvidos. Também tinha O Rappa, Thaíde & DJ Hum, Beck, Jamiroquai, Planet Hemp, Beastie Boys, entre tantos artistas que recriaram sons somando influências.

Chico Science trazia o caos a lama. E aquele museu de professores nos remetia ao mangue. Dali daquele circo de comunicação da UFRGS também queríamos extrair o adubo da merda. Se é ruim, não vamos ficar parados, fingir que aprende e pegar um diploma no fim.

A gente queria bagunça, festa, atrito com professores e direção, futebol, vagalume, cerveja e maconha. Aquele tempo tinha bar com cerveja e se fumava maconha como se fuma crivo hoje lá, no mesmo lugar. Dizem os relatos que também trepavam muito em algum cantinho da escola.

A geração que na época fazia baderna é justamente a mesma que hoje trilha caminhos interessantes, alternativos e de talento no jornalismo ou nas artes. E a turma do deixa disso, com raras exceções, faz o arroz e feijão nas emissoras caturritas. Tenho uma felicidade enorme em me tornar amigo de algumas pessoas com as quais eu estudei. Trocamos muitas informações, desde lá. A melhor aula era na rua, carburando na sombra, livros, discos e filmes pra fumaça subir pra ideia.

Exceto alguns professores, a gente ia pra aula pra bagunçar. Até prova a gente cancelou, sem o professor saber, é claro. Ninguem foi a aula, só ele, o único a não saber que estava doente e que, portanto, não teria a prova.

Não é saudosismo. Não somos melhores do que você por ter vivido aquilo. Mas somos os filhos rebeldes daquele monstro. Hoje a Fabicu tá mais bonita e equipada, e você tem tecnologias e internet que lhe capacitam pra propor algo tão legal como muitos de nós dos 90 propomos hoje.

O DILÚVIO nasceu sem essas ferramentas que temos agora. Você pode fazer melhor. Subverta!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

UNIBAMBI



# over12 #
De volta pro futuro

txt: Tiago Jucá Oliveira


Uma das cenas mais chocantes que já pude assistir. A menina, apertada num vestido vermeio, é vaiada, cuspida, chutada, humilhada e todas aquelas coisas que a Chiquinha diz ser vítima do Chaves pro seu pai Madruga.

No meu tempo de faculdade, quando entrava uma moça assim, o filme era mais uma comédia do que um drama violento e preconceituoso. O Viciado puxava um papo, o Joélis chamava de gostosa, o Banzi já se declarava apaixonado, o Túio convidava pra ver umas paradas maneiras, e o Dudu jurava que já tinha comido.

Mas na Unibambi o caso é diferente. É pior. É lamentável. Agravante: a rapariga é expulsa da universidade por mal comportamento. Hey! E os estudantes que a agrediram? Preconceito por causa de uma roupa, é isso que a direção dessa instituição de ensino superior prega em suas aulas? "João, você tirou 10 na prova de direito romano, e 6 pela sua roupa, sua média é 8. Tem que melhorar seu visual, viu?"

Outro ponto importante sobre a ótica desta universidade. Violência não é punida. Geisy, caso fosse só de roupas íntimas, poderia ser assassinada? Daqui a pouco vai ter doido apanhando porque usa camiseta de Che Guevara, uma vestimenta muçulmana, uma maquiagem emo. E ainda será expulso, sob a alegação que as "roupas não eram adequadas pra uma instituição séria que nem a nossa". Me caiu os butiá dus borso!

Quando não se esparava algo pior depois das agressões verbais e físicas, e do consentimento com os agressores por parte da universidade, a mesma que expulsou a aluna vítima da violência e do preconceito, eis que ... O Fantástico, e acredito que a enquete deva ter ecoado por mais outros tantos programas de TV e rádio e em pesquisas na internet, pergunta ao telespectador: "você acha que as roupas de Geisy eram apropriadas ou não?"

Tão de brincadeira, né? A pergunta não deveria ser outra? Esta aqui: "que espécie de animais são esses que dirigem e estudam na Uniban?".

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

FABICULDADE

# over12 #
Faculdade de Comunicação da UFRGS assina parceria com empresa de comunicação

txt: Arlei 'xuxubeleza' Arnt

Tá pensando que é piada? Parece que é sério. Em função do fechamento da edição #15 da revista O DILÚVIO, e também por carecência de mais informações e fontes consultadas, vamos comentar o facto em breve. Mais hilário que o casamento entre museu de showrnalismo com o próprio showrnalismo, somente o vídeo abaixo:

O efeito das drogas ao volante

#ALGUNS DIREITOS RESERVADOS

Você pode:

  • Remixar — criar obras derivadas.

Sob as seguintes condições:

  • AtribuiçãoVocê deve creditar a obra da forma especificada pelo autor ou licenciante (mas não de maneira que sugira que estes concedem qualquer aval a você ou ao seu uso da obra).

  • Compartilhamento pela mesma licençaSe você alterar, transformar ou criar em cima desta obra, você poderá distribuir a obra resultante apenas sob a mesma licença, ou sob licença similar ou compatível.

Ficando claro que:

  • Renúncia — Qualquer das condições acima pode ser renunciada se você obtiver permissão do titular dos direitos autorais.
  • Domínio Público — Onde a obra ou qualquer de seus elementos estiver em domínio público sob o direito aplicável, esta condição não é, de maneira alguma, afetada pela licença.
  • Outros Direitos — Os seguintes direitos não são, de maneira alguma, afetados pela licença:
    • Limitações e exceções aos direitos autorais ou quaisquer usos livres aplicáveis;
    • Os direitos morais do autor;
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  • Aviso — Para qualquer reutilização ou distribuição, você deve deixar claro a terceiros os termos da licença a que se encontra submetida esta obra. A melhor maneira de fazer isso é com um link para esta página.

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