#CADÊ MEU CHINELO?

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

KARINA BUHR




# noé ae ?! #
Show em Sampa

txt n ntrvst: Tiago Jucá Oliveira


Karina Buhr, Isaar França e Alessandra Leão já estiveram um dia juntas numa das melhores bandas da virada do século, a Comadre Fulozinha. Hoje, separadas, se firmam em três carreiras solos de muito brilhantismo. Enquanto Isaar e Alessandra já estão no segundo álbum (os dois de Isaar e o primeiro de Alessandra são muito bons, vale a pena você procurar e conhecer; o segundo de Alessandra deve chegar esta semana aqui na redação, segundo palavras da produtora Bebel Prates), Karina finalmente está tirando do forno a sua estréia solo, bastante aguardada por fãs da artista.

Enfim, chega de papo, e vamos pro bate-papo que tive com Karina semana passada. Uma conversa rápida via gtalk, na qual ela fala sobre o disco novo e o show desta semana que fará em São Paulo.

Álbum novo: fale mais, quando sai, quem participou, produção e tal?

O disco sai no fim de janeiro, mas os shows de lançamento vão ser depois do carnaval.

Enquanto isso vamos dar uma espalhada na notícia, deixar o cd pra baixar em alguns lugares...preparar o terreno pros shows.

O disco teve direção musical minha e a produção musical foi feita por mim, Bruno Buarque e Mau. A banda que me acompanha nos shows também foi a que gravou o disco e é formada por Bruno Buarque (bateria), Mau (baixo), Guizado (trompete) e Dustan Gallas (teclados).

Tem uns convidados especiais, mas vou segurar um pouco os nomes até mais perto do lançamento pra guardar surpresinhas legais ta? Quando chegar mais perto mando o cd pra vocês e falo tudo sobre ele.

O show? Além das músicas do album novo, o que mais vai tocar?

O show de quinta feira vai ter as 13 músicas do disco e mais duas que não entraram.

Talvez role uma versão semi jazz de Desterro, que eu cantava com Celso Sim e Gigante Brazil no show de Celso.

Os fãs de Karina, desde os tempos de Comadre, o que podem esperar dessa sua empreitada solo?

Um som completamente diferente do que faço na Comadre Fulozinha. Menos percussão, quase nada na verdade. Os outros instrumentos tb não entram na formação da Comadre: baixo, bateria, teclado e o trompete cheio de efeitos psicodélicos de Guizado.

Tem umas interferências eletrônicas tb, ainda tímidas, mas tenho vontade de usar mais isso e deve rolar aos poucos, na medida que forem rolando mais shows.

As letras são mais pessoais e dramáticas talvez, diferente do clima meio de fábula que rolam nas minhas letras na Comadre, embora não necessariamente contem histórias verídicas do começo ao fim, afinal de contas não é um diário de fofoca pessoal é...ficção científica baseada em fatos reais, digamos assim. Eita! Viajei né? Mas é por aí mesmo.

O jeito que componho pra esse trabalho solo é igual ao que faço na Comadre Fulozinha.

Embora algumas pessoas pensem que lá a história é “regional” ou de “resgate” eu ainda não tive vontade de entrar pro corpo de bombeiros. Não tem nada disso. É tudo na base da invenção e misturas, sem obrigação de seguir uma vertente específica de nada.

O que acontece é que na Comadre uso muita percussão e a base são os ritmos lá de Pernambuco mesmo e no trabalho solo vou pra outros caminhos rítmicos e procuro usar pouca percussão e coisas que uso pouco na Comadre.


O que você anda ouvindo, e o que tem sido influencia musical no seu trabalho?


Essa é uma pergunta que tenho sempre dificuldade em responder.

Ouço muita coisa diferente da outra e não consigo eleger uma como influência mais específica. Prefiro que quem escute sinta essa ou aquela influência.

Um dia desses falei que minha maior influência era o carnaval e acho que a partir de agora vou falar isso sempre, por que é a mais real que sinto.

Eu não consigo escutar música pensando muito e buscando referências pro meu som. As influências acontecem naturalmente e nem consigo defini-las.

Tenho uma influência punk bem forte e isso está presente nas minhas músicas e minhas idéias de arranjo, não exatamente no sentido de tocar punk rock, embora tenha uma pitada disso nesse disco também, mas uma idéia punk rola no ar sim.

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Serviço:


3 de dezembro - às 21:30, no Centro Cultural São Paulo (metrô Vergueiro) GRÁTIS!

Equipe:

Mau- baixo
Gustavo Souza- bateria
Guizado- trompete
Dustan Gallas- teclado

Duda Vieira- produção
Fernando Yamamoto- som
Alessandra Domingues-luz
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