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segunda-feira, 22 de julho de 2013

[pontodevista] A VIOLÊNCIA NAS MANIFESTAÇÕES

:: txt ::Wladymir Ungaretti ::

Indagado sobre a ação organizada ou não dos vândalos, nas recentes
manifestações de rua, alinhei algumas ideias. A primeira delas, talvez
óbvia, é que manifestações na Turquia, Síria, Paris, Los Angeles; e, em
quaisquer partes do mundo, contará sempre com agentes
provocadores, policiais infiltrados se passando por manifestantes e, na
atualidade, uma rede de coletivos das mais variadas tendências.
Em alguns casos com tênues afinidades. Tudo muito parecido,
fragmentado. Estarão em ação até mesmos criminosos. Como ocorre
nas grandes cidades do mundo, nas periferias de Londres e Paris. Uma
das dificuldades dos serviços de inteligência dos aparelhos repressivos,
em nosso país, no sentido de identificar e agir preventivamente, é que o
“vandalismo”, em grande parte é promovido por pequenos coletivos
anarquistas. Coletivos que por serem pequenos e não hierarquizados
dificultam a coleta de informações, a partir da infiltração de agentes ou
do cooptação de alguém pertencente ao meio. Estavam acostumados a
monitorarem estruturas partidárias, sindicais, movimentos sociais, ONGs,
grupos com estruturas tradicionais. É evidente, pelo menos na minha
visão, que os pequenos coletivos anarquistas estão na linha de frente.
Assim como é evidente, até por tradição, que existe a ação de
provocadores e agentes infiltrados. O que a “esquerda” não pode,
embora historicamente tenha sido sua prática, é fazer dos anarquistas
(em algumas circunstâncias dos trotskistas) supostos agentes
provocadores e policiais, como forma de evitar a rebelião e manter o
controle para efeito de participação no jogo político do sistema. Dizem
os zapatistas que o poder teme o poder das máscaras. Mascarados
anarquistas, em futuras manifestações, vão ser cassados/caçados. A
violência vai aumentar.
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