#CADÊ MEU CHINELO?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O DILÚVIO no JORNALISMO B



# umbigada #
Forza y Coalidad

cmntr: Tiago Jucá Oliveira

Cris,
obrigado pelas críticas e elogios a nova edição da revista O DILÚVIO feitos por você pro blog Jornalismo B. Eis de concordar e discordar em alguns pontos. Não acho que a edição passada ficou feia por causa do tamanho. A imprensão ruim e falta de um projeto gráfico deixariam qualquer formato igualmente feio. Também me oponho a opinião que o CD do Fruet e Os Cozinheiros seja ruinzinho, mas música é gosto pessoal e é difícil discutir. Sobre as constantes mudanças de projetos gráficos, nem sempre foram por opção, e sim por necessidade, porém nunca tivemos medo de arriscar e experimentar de acordo com a urgência.

Mas de resto felizmente você tem razão, e que bom que concordo, pois a intenção você soube captar e repassar aos seus leitores. Pela primeira vez temos um projeto gráfico completo, com um logotipo de fonte própria, criada pela equipe da WViva, nova parceira que em breve merece um post aqui pro nosso público conhece-la. E o projeto ficou muito bom mesmo, há uma cara limpa e nova mas sem sujar nem quebrar a linha do tempo. A outra linha, a editorial, também atingiu seu seu auge. Há coesão no gancho, pela primeira vez utilizada numa edição da revista. A tecnologia, e seus usos colaborativos e piratas para subversão e desobediência, linka as páginas umas as outras no folhear dos olhos. A qualidade dos textos contribuíram demais pra isso tudo da certo. Pela primeira vez temos uma equipe de reportagem, e nunca tivemos tantos colaboradores de alto nível como agora.

Estudante ou jornalista que não tem um blog não pode ser jornalista, muito menos reclamar que não se exige diploma pra exercer a função. Jornalismo B é uma equipe de estudantes de comunicação que procuraram um meio tão fácil de se expressar: um blog, uma simples plataforma utilizada por eles pra fazer observação jornalística sobre jornalismo. Se o blog tem conteúdo e é feito com talento, então os elogios recebidos por ele nos motivam a continuar uma idéia em constante conflito com obstáculos financeiros. Caso a razão nos falasse mais alto que emoção, a revista teria acabado antes da terceira edição. E as críticas nos constroem, pois somos auto-críticos até demais da conta, e a insatisfação é o que fez a humanidade evoluir ao longo do tempo.
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