#CADÊ MEU CHINELO?

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quarta-feira, 11 de março de 2015

[noé ae?!] WANDER WILDNER: O SHOW, O DISCO E O CONTO


 Será dia 13/03 às 21h, no Opinião Bar (20 barão) o show de lançamento do oitavo disco do Wander Wildner, “Existe alguém aí?”, que, segundo as palavras de Jimi Joe "é mais um exercício bem sucedido de criação artística por si só e de vigorosa reinvenção do ritual do habitual de Wander Wildner que sempre tem sido o de não marcar passo, mas sim procurar novos nortes para seguir, ousando, correndo riscos como quem anda na corda bamba sem rede de proteção, enquanto se reinventa e troca de pele mais uma vez".

 O disco foi lançado no último dia 02/03, é possível ouví-lo na íntegra e comprá-lo no Bandicamp, e além disso, estará disponível em LP, CD e pen card, ouva (só não se esqueça de dar um pause naquele playerzinho do ReverbNation ali à direita):




 E aproveitando o gancho, deixo aqui um conto superbacana do Giovani Iemini, o dono do Bar do Escritor, que é um fã do Wander e através da Mojo Books fez esse trabalho inspirado no disco Baladas Sangrentas. Confira:



domingo, 16 de maio de 2010

O TERNO SAIU DO ARMÁRIO

#over12
Nada como um dia após o outro dia

txt: Arlei Arnt

Preciso concordar com o Monsenhor. Nei Lisboa e O Teatro Mágico como atração de alguma coisa só tem uma explicação: é artista bancado pelo Partido. "Tremula minha bandeira aqui, que eu te ponho no palco acolá".

Mas ontem a cousa merolhou (sim, eu escrevo assinzis mesmo). A noite começou com Coco Raízes de Arco Verde. Ouvi de longe, no desgustar das cachaças. O grupo é ótimo! Depois tivemos um dos melhores shows da Feira, talvez o melhor. Num mesmo palco: Frank Jorge, Jimi Joe, Wander Wildner, Júlio Reni, Alemão Birck e mais um que a cachaça tapou a visão. Os clássicos da música gaúcha desfilado pelos nomes que infelizmente não tem a atenção devida dos cadernos culturais do centro do país. Tanto aqui como lá se olha demais pro próprio umbigo. Perdemos nós ouvintes viciados em cultura. A gente não conhece o fulano dali, eles não sabem quem é o beltrano daqui. Wander foi fantástico: "precisa vir alguém de fora pra fazer algo aqui no Cais do Porto". Uma prefeitura há 24 anos dominada pelo mesmo partido dá nisso.

A night encerrou com outro show legal. Otto, com participação de Lirinha e seu pacote de farinha. O galego teve que puxar o ex-Cordel pelos cabelos: "microfone tá aqui, fera". Nos teclados, outro maluco: Bac Simpson (não tenho certeza, mas acho que saiu do mundo livre s/a). Enfim, um campeonato pernambucano de doideira. E Lirinha ganhou a louca taça com rodadas de antecedência. Ah, o show. Tava cacildiz. Mas no fim senti que "naquela mesa tá faltando ele", o galego volta pro bis junto com o Nelson Gonçalves. Se estivesse vivo, não ia sobrar nada pro Lirinha. E hoje ainda tem Monobloco. Fui!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

WANDER WILDNER



# concetion #
No Studio SP

txt, vd n' phts: Fábio Balaio

Estou escrevendo ainda sob o impacto do show do Wander Wildner desta noite no Studio SP (São Paulo). Fui num show dele em Campinas em setembro de 2008, que aconteceu também numa véspera de feriado (06/09) e ele contava com a mesma banda, Georgia Branco no baixo/vocal e Pitchu na bateria/vocal, mas na ocasião Jimmy Joe ainda tocou com ele na guitarra solo.



O show de hoje foi inúmeras vezes melhor, Wander de ótimo humor, com "Ganas de tocar" (inclusive ele disse no meio do show que estava mesmo com bastante vontade), Pitchu também estava ótima (será por causa da vitória de 4x2 do Timão?He), só a Georgia que parecia não estar na mesma sintonia, inclusive reclamando bastante do som, mas nem por isso deixando de tocar muitíssimo bem.

Eu sou suspeito para falar, sou fã do cara, sei cantar todas as músicas, e ele tocou todas que todo mundo que é fã gosta (só faltou pra mim ele tocar "Empregada"), na hora que começou a tocar "Eu tenho uma camiseta escrita eu te amo" eu deixei toda minha tralha com meu camarada Nei e fui lá pro meio da galera pular e me esguelar junto com o Wander.



Ele tocou "Lugar do caralho" que não estava no set list e terminou com sua versão de "Hard days night", "Trabalho duro". No final do show o Wander ficou alí no balcão do bar tomando "algo" e fui trocar uma idéia com ele pois eu queria comprar o cd "La canción inesperada" com dedicatória, claro, mas ele disse que não tinha trazido pra vender, pois "alí naquele lugar" era difícil (?).



Perguntei se ele conhecia a revista O DILÚVIO, afinal ambos são de Porto Alegre e ele disse não conhecer nem o blog nem a revista, pois está morando em São Paulo já faz algum tempo mas que vai procurar se informar sobre (tentem imaginar o Wander navegando na internet... eu o ví falando ao celular,tudo é possível,he).



Aproveitei e tirei foto com o cara, afinal sou fã mesmo e daí? Sem deixar de tirar uma foto com a Pitchu que estava lindíssima, adornada com uma camiseta do Corinthians!!!!!!!! Foi uma noite que não vou esquecer tão cedo, e ainda tem mais esta semana, dai-me forças.

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