#CADÊ MEU CHINELO?

sábado, 12 de janeiro de 2013

[agência pirata] PIRATARIA NÃO É CRIME

:: txt :: Wladymir Ungaretti ::

Pirataria não é crime. O Império pirateia pelo mundo. Aliás, a pirataria é uma coisa nossa, dos marginais. Dos que estão à margem. Eles praticam rapinagem. A história tem sido escrita pelos inimigos dos marginais. Os piratas primitivos, em estado mais puro, se aproximavam das formas autogestionárias dos anarquistas. Nos estatutos dos navios piratas a regra era o máximo de liberdade pessoal e, na medida em que eliminavam toda e qualquer hierarquia econômica, a idéia de comunismo estava muito próxima. Daniel Defoe, em um de seus escritos, destacava, por exemplo, os aspectos libertários das colônias de piratas, com grandes contingentes convertidos ao islamismo. Quando das comemorações dos 5OO anos da descoberta da América, o pensador Noam Chomsky demonstrou, através de um texto que deveria ser de leitura obrigatória, como que a conquista continua e, na atualidade, o Império mantém a rapinagem com a defesa das leis do Deus Mercado. A defesa intransigente das regras impostas "democraticamente", leis que legitimam a rapinagem, se faz pelos verdadeiros e novos cães de guarda do sistema. Papel desempenhado com o máximo de eficiência pelos trabalhadores simbólicos e assalariados: showrnalistas, publicitários, assessores de imprensa, professores e acadêmicos doutores, entre outros. Assim como já existem estudos sobre o "banditismo social" do passado, a história de hoje será estudada a partir de práticas de pirataria (não de navios), mas das marcas controladas pelo Império. Também nesse campo prevalece a guerrilha. Não por acaso, as grandes cidades treinam, com apoio do Império e de suas empresas, as Guardas Municipais para combater o que eles denominam de pirataria. Nós propomos: pratique cada vez mais atos de pirataria, de terrorismo poético contra o sistema. (wu)
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