#CADÊ MEU CHINELO?
segunda-feira, 25 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
[noé leva a dor] ARTE-SABOTAGEM
:: txt :: Hakim Bey ::
Queima pública de livros – porque caipiras reacionários & funcionários das alfândegas devem monopolizar essa arma? Livros sobre crianças possuídas pelo demônio; a lista de best sellers do The New York Times; tratados feministas contra a pornografia; livros escolares (especialmente de estudos Sociais, Educação Moral e Cívica & Saúde); pilhas do New York Post, Village Voice & outros jornais de supermercado; uma compilação de editoras cristãs; alguns romances populares – uma atmosfera festiva, garrafas de vinho & baseados numa tarde clara de outono.
Se certas galerias & museus merecem, de vez em quando, receber uma tijolada pela janela – não a destruição, mas sim uma sacudida na sua complacência -, então o que dizer dos BANCOS? Galerias transformam beleza em mercadoria, mas bancos transmutam a Imaginação em vezes & dívida. O mundo não ganharia um pouco mais de beleza com cada banco que tremesse... ou caísse?
Não faça piquetes – vandalize. Não proteste – desfigure. Quando feiúra, design podre & desperdícios estúpidos estiverem sendo impostos a você, transforme-se num ludita, jogue o sapato no mecanismo, retalie. Esmague os símbolos do Império, mas não o faça em nome de nada que não seja a busca do coração pela graça.
Queima pública de livros – porque caipiras reacionários & funcionários das alfândegas devem monopolizar essa arma? Livros sobre crianças possuídas pelo demônio; a lista de best sellers do The New York Times; tratados feministas contra a pornografia; livros escolares (especialmente de estudos Sociais, Educação Moral e Cívica & Saúde); pilhas do New York Post, Village Voice & outros jornais de supermercado; uma compilação de editoras cristãs; alguns romances populares – uma atmosfera festiva, garrafas de vinho & baseados numa tarde clara de outono.
Se certas galerias & museus merecem, de vez em quando, receber uma tijolada pela janela – não a destruição, mas sim uma sacudida na sua complacência -, então o que dizer dos BANCOS? Galerias transformam beleza em mercadoria, mas bancos transmutam a Imaginação em vezes & dívida. O mundo não ganharia um pouco mais de beleza com cada banco que tremesse... ou caísse?
Não faça piquetes – vandalize. Não proteste – desfigure. Quando feiúra, design podre & desperdícios estúpidos estiverem sendo impostos a você, transforme-se num ludita, jogue o sapato no mecanismo, retalie. Esmague os símbolos do Império, mas não o faça em nome de nada que não seja a busca do coração pela graça.
quinta-feira, 21 de março de 2013
[over12] PINTURAS DE LUZ DO PABLO PICASSO
:: phts :: Gjon Mili ::
Para quem achava que a técnica do light painting era recente na fotografia, o magrão fez isso em 1949.
Para quem achava que a técnica do light painting era recente na fotografia, o magrão fez isso em 1949.
quarta-feira, 20 de março de 2013
[...] SANTA VONTADE DE NÃO SER
:: psy :: Ira Buscacio ::
Sou santa
Doida, outra oscilação
Caio do andor
Porque não me amarro
Em por
Os pés nessa inclinação
De pau oco, torto, tosco
Santa, nenhum pouco, não!
Sou abatida
Faz tempo, vento, inundação
De tristeza lambida
Que dá as caras
As cartas na minha feição
De frente pro crime
Regime, lama, façanha
Abatida vontade de ser não!
Tento morrer uma vez, duas, três
Da melhor maneira impossível
Cacos, nacos, parcos négligés
Sou freguês do suicídio plausível
Que é viver um dia de cada vez
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