#CADÊ MEU CHINELO?

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

[agência pirata] A FALÊNCIA MÚLTIPLA DOS ÓRGÃOS PÚBLICOS



::txt::Arnaldo Jabor::

Os corruptos ajudam-nos a descobrir o País. Há sete anos, Roberto Jefferson nos abriu a cortina do mensalão. Agora, com a dupla personalidade de Demóstenes Torres, descortinamos rios e florestas e a imensa paisagem de Cachoeira. Jefferson teve uma importância ideológica.

Cachoeira é uma inovação sociológica. Cachoeira é uma aula magna de ciência política sobre o Sistema do País. Vamos aprender muito com essa crise. É um esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras, de palavras que eclodiram diante de nossos olhos nas últimas semanas. Meu Deus, que riqueza, que profusão de cores e ritmos em nossa consciência política! Que fartura de novidades da sordidez social, tão fecunda quanto a beleza de nossas matas, cachoeiras, várzeas e flores.

Roberto Jefferson denunciou os bolchevistas no poder, os corruptos que roubavam por "bons motivos", pelo "bem do povo", na base dos "fins que justificam os meios". E, assim, defenestrou a gangue de netinhos de Lenin que cercavam o Lula que, com sua imensa sorte, se livrou dos mandachuvas que o dominavam. Cachoeira é uma alegoria viva do patrimonialismo, a desgraça secular que devasta a história de nosso País. Sarney também seria 'didático', mas nada gruda nele, em seu terno de 'teflon'; no entanto, quem estudasse sua vida entenderia o retrato perfeito do atraso brasileiro dos últimos 50 anos.

Cachoeira é a verdade brasileira explícita, é o retrato do adultério permanente entre a coisa pública e privada, aperfeiçoado nos últimos dez anos, graças à maior invenção de Lula: a 'ingovernabilidade'.

Cachoeira é um acidente que rompeu a lisa aparência da 'normalidade' oficial do País. Sempre soubemos que os negócios entre governo e iniciativa privada vêm envenenados pelas eternas malandragens: invenção de despesas inúteis (como as lanchas do Ministério da Pesca), superfaturamento de compras, divisão de propinas, enfrentamento descarado de flagrantes, porque perder a dignidade vale a pena, se a grana for boa, cabeça erguida negando tudo, uns meses de humilhações ignoradas pelo cinismo e pela confiança de que a Justiça cega, surda e muda vai salvá-los. De resto, com a grana na 'cumbuca', as feridas cicatrizam logo.

O governo do PT desmoralizou o escândalo e Cachoeira é o monumento que Lula esculpiu. Lula inventou a ingovernabilidade em seu proveito pessoal. Não foi nem por estratégia política por um fim 'maior' - foi só para ele.

Achávamos a corrupção uma exceção, um pecado, mas hoje vemos que o PT transformou a corrupção em uma forma de governo, em um instrumento de trabalho. A corrupção pública e a privada é muito mais grave e lesiva que o tráfico de drogas.

Lula teve a esperteza de usar nossa anomalia secular em projeto de governo. Essa foi a realização mais profunda do governo Lula: o escancaramento didático do patrimonialismo burguês e o desenho de um novo e 'peronista' patrimonialismo de Estado.

Quando o paladino da moralidade Demóstenes ficou nu, foi uma mão na roda para dezenas de ladrões que moram no Congresso: "Se ele também rouba, vamos usá-lo como um Omo, um sabão em pó para nos lavar, vamos nos esconder atrás dele, vamos expor nosso escândalo por seu comportamento e, assim, seremos esquecidos!"

Os maiores assaltantes se horrorizaram, com boquinha de nojo e olhos em alvo: "Meu Deus... como ele pôde fazer isso?..."

Usam-no como um oportuno bode expiatório, mas ele é mais um 'boi de piranha' tardio, que vai na frente para a boiada se lavar atrás.

Demóstenes foi uma isca. O PT inventou a isca e foi o primeiro a mordê-la. "Otimo!" - berrou o famoso estalinista Rui Falcão - "Agora vamos revelar a farsa do mensalão!" - no mesmo tom em que o assassino iraniano disse que não houve holocausto. "Não houve o mensalão; foi a mídia que inventou, porque está comprada pela oposição!" Os neototalitários não desistem da repressão à imprensa democrática...

E foi o Lula que estimulou a CPI, mesmo prejudicando o governo de Dilma, que ele usa como faxineira também das performances midiáticas que cometeu em seu governo. Dilma está aborrecida. Ela não concorda que as investigações possam servir para que o Partido se vingue dos meios de comunicação e não quer paralisar o Congresso. Mas Lula não liga. "Ela que se vire..." - ele pensa em seu egoísmo, secretamente, até querendo que ela se dane, para ele voltar em 14. Agora, todo mundo está com medo, além da presidente. O PT está receoso - talvez vagamente arrependido. Pode voltar tudo: aloprados, caixas 2 falsas, a volta de Jefferson, Celso Daniel, tantas coisinhas miúdas... A CPI é um poço sem fundo. O PMDB, liderado pelo comandante do atraso Sarney, também está com medo. A velha raposa foi contra, pois sabe que merda não tem bússola e pode espirrar neles. Vejam o pânico de presidir o Conselho de Ética, conselho que tem membros com graves problema na Justiça. Se bem que é maravilhoso o povo saber que Renan, Jucá, Humberto Alves, Gim Argello, Collor serão os 'catões', os puros defensores da decência... Não é sublime tudo isso? Nunca antes, em nossa história, alianças tão espúrias tiveram o condão de nos ensinar tanto sobre o Brasil. A cada dia nos tornamos mais sábios, mais cultos sobre essa grande chácara de oligarquias. E eu estou otimista. Acho que tudo que ocorre vai nos ensinar muito. Há qualquer coisa de novo nessa imundície. O mundo atual demanda um pouco mais de decência política. Cachoeira, Jefferson, Durval Barbosa nos ensinam muito. Estamos progredindo, pois aparece mais a secular engrenagem latrinária que funciona abaixo dos esgotos da pátria. A verdade está nos intestinos da política.

Mas, o País é tão frágil, tão dependente de acasos, que vivemos com o suspense do julgamento do mensalão pelo STF.

Se o ministro Ricardo Lewandowski não terminar sua lenta leitura do processo, nada acontecerá e a Justiça estará desmoralizada para sempre.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

[agência pirata] O TEMPO FECHOU EM BRASÍLIA




::txt::Suzana Singer::

Na cobertura do caso Cachoeira, a imprensa precisa evitar a armadilha do PT, mas precisa dar exemplo de transparência

As nuvens carregadas do novo escândalo político que tomam Brasília são um tremendo desafio para a imprensa. Personagens tidos como probos estão sendo revistos, um sem-número de interesses emerge a cada nova revelação, não é fácil entender a posição do governo e a própria mídia está sob escrutínio.

A primeira surpresa do caso Cachoeira foi a descoberta de sua relação com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM), até então uma espécie de arauto da moralidade, sempre disponível para repercutir denúncias de corrupção. Só nas páginas da Folha, ele se pronunciou contra juízes, o PC do B, Palocci, Arruda, José Sarney, Renan Calheiros...

Figura importante na denúncia do "mensalão", o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), também aparece nas investigações, que apontam uma influência do bicheiro em seu governo.

Mas não sobrou apenas para a oposição. Sombras foram lançadas sobre o governador petista Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, e sobre um assessor que dava expediente no Palácio do Planalto.

Em meio à confusão, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, detectou uma "operação abafa" de setores políticos e veículos de comunicação para tentar impedir que "se esclareçam plenamente" as relações entre Demóstenes e o bicheiro.

Falcão incitou também a futura CPI do Cachoeira a investigar "os vínculos obscuros" de "Demóstenes e sua quadrilha" com a imprensa.

Não sei o que o presidente do PT anda lendo para achar que estão querendo colocar panos quentes no caso, já que os principais jornais e revistas do país não param de publicar grampos e denúncias. Sobre os tais "vínculos obscuros", o que veio a público, por enquanto, foi um diálogo entre Carlos Cachoeira e um de seus auxiliares, citando um jornalista da "Veja". Na conversa, publicada pela própria revista, Cachoeira diz que os "grandes furos" dados pelo jornalista foram passados por ele, mas que não recebeu nenhum favor em troca.

A Folha enxergou na fala do PT a intenção de investir, uma vez mais, contra a mídia. E saiu em defesa da imprensa, ao afirmar que a "produção de reportagens investigativas naturalmente envolve contato de jornalistas com fontes de informação de vários matizes".

Não se sabe se algo comprometedor envolvendo a imprensa surgirá desse lamaçal. Para o PT, interessa usar o caso Cachoeira para empastelar o "mensalão", que poderá ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal nos próximos meses. O presidente do partido fala em desfazer a "farsa do mensalão" montada por "supostos moralistas".

A imprensa não pode cair na armadilha de permitir que um escândalo anule o outro. Tem o dever de apurar tudo -mas sem se poupar. É hora de dar um exemplo de transparência.

domingo, 1 de abril de 2012

[agência pirata] A PROPINA E O GOVERNO FANTÁSTICO



::txt::Guilherme Fiuza::

A corrupção continua surpreendendo o governo Dilma. A reportagem do “Fantástico” mostrando uma rede de propinas entre fornecedores de hospitais públicos chocou a presidente e seus ministros.

A imprensa vive dando notícia ruim para o governo popular.

Dilma e seus companheiros nem desconfiavam dos superfaturamentos no Dnit. Não faziam idéia da máfia das ONGs nos Esportes e no Trabalho. Não supunham que o Turismo tinha virado fábrica de convênios piratas. Não podiam imaginar o tráfico de influência na Agricultura e nas Cidades.

Graças a Deus, sempre aparece um repórter para contar tudo a eles.

Aí a turma da faxina entra em ação. A denúncia do esquema de fraudes na Saúde ressuscitou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Não se ouvia falar nele desde que anunciou a criação de UPPs pelos quatro cantos do país (projeto que continua firme na literatura governamental).

Agora Cardozo ressurge, indignado. Diante dos holofotes, em tom grave, anunciou que as denúncias são intoleráveis e precisam ser apuradas.

Eis aí uma boa notícia: o ministro da Justiça assiste ao “Fantástico”.

Aloísio Mercadante, ministro da Educação, também gritou. Disse que “o MEC está à disposição” da UFRJ para a investigação das denúncias no hospital universitário. Não precisava ser tão corajoso assim.

Para moralizar as compras na saúde, Mercadante também anunciou a criação da empresa brasileira de serviços hospitalares. Perfeito. Todos sabem que, diante da corrupção no Estado, o melhor a fazer é criar mais uma estatal.

O novo ninho de companheiros há de aprender rápido a “ética do mercado”, revelada pela microcâmera do “Fantástico”.

Chega a ser comovente a capacidade do governo popular de se indignar com o fisiologismo que patrocina.

A imagem-síntese é Dilma Rousseff, de braço dado com José Sarney, anunciando um basta ao toma lá, dá cá no Congresso.

O Brasil acredita nisso. E o coelhinho da Páscoa vem aí (se o “Fantástico” não desmascarar).

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

[do além] A EUROPA AOS PÉS DO MARANHÃO



::txt::Napoleão Bonaparte::

Não quero dar uma de Wikipédia aqui, mas gostaria de relembrar brevemente a minha história. Todos sabem a cor do meu cavalo, mas a maioria nem se lembra dos fatos que me alçaram à galeria dos protagonistas da história do mundo. Serei breve, prometo.

Comecei a ser notado logo depois da Revolução Francesa – aquela que queria tirar a nobreza do poder. Ainda como um pequeno general, sufoquei 30 mil rebeldes com apenas 8 mil homens. Pouco depois, enfrentei e derrotei inimigos austríacos e piemonteses com um exército faminto, mal municiado, descalço e esfarrapado. Minha fama começou a crescer, e as vitórias se multiplicaram. Com tais triunfos, submeti-me a um plebiscito, do qual saí como imperador. Não contente com minhas conquistas, atravessei os Alpes, derrotei os austríacos em Marengo e aniquilei as tropas austro-russas na famosa batalha de Austerlitz. Com dezesseis estados alemães, constituí a Confederação do Reno e, com algumas províncias polacas, criei o grão-ducado de Varsóvia, ambos dependentes da França. Invadi a Espanha e expulsei a Corte de Portugal.

Essas vitórias e mais as “costuras” políticas me permitiram formar um vasto império. A Europa estava aos meus pés. E, como imperador, cedi a Holanda ao meu irmão Luís, Nápoles ao marechal Joaquim Murat, casado com minha irmã Elisa e a Vestfália ao meu outro irmão, Jerônimo. Sou superfamília.

Estou contando tudo isso sem nenhuma intenção de me enaltecer. Ao contrário: Waterloo, que eu nem quero comentar, baixou a minha bola. Tudo o que relatei aqui são feitos pequenos comparados aos de José Sarney. Vejam: para distribuir cargos entre parentes, amigos e aliados, tive que enfrentar inúmeras batalhas sangrentas, sacrificar vidas, erguer um império e constituir uma monarquia pessoal. O Sarney, não. O homem não precisa de nada disso. Ele faz o que faz dentro de uma democracia, sem ocupar o posto mais alto da República, independentemente de quem esteja no poder. Esse é craque. Para ele, eu tiro a minha coroa.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

[do além] INSENSATO VALE TUDO




::txt::Pedro Collor::

Ao ser indagado por qual razão o impeachment sofrido por meu irmão não constava da galeria de imagens históricas do chamado Túnel do Tempo do Senado, onde são expostos fatos marcantes da política nacional, o presidente da casa, José Sarney, justificou dizendo que o episódio foi "apenas um acidente" na história do Brasil. Como sempre digo, os caras-pintadas marcaram uma época. Mas os caras de pau são permanentes. A gritaria foi grande. Vozes da imprensa se indignaram. Entidades civis repudiaram. Houve um clamor para que o absurdo fosse corrigido. Até o Fernando, atual colega de Ribamar, deve ter pedido para que seu nome voltasse para a galeria. Sua vaidade não liga para julgamentos morais.

A correção foi feita. A derrocada collorida voltou à exposição. Ótimo. Mas umas poucas tabuletas expostas num corredor do Senado não são suficientes para refrescar a memória nacional. A nação já esqueceu do arsenal de histórias inacreditáveis reveladas por mim antes e depois do impeachment. Revelações que me custaram caro. Fui processado por calúnia e danos morais. Me vi obrigado a realizar exames psiquiátricos para confirmar minha saúde mental. Sofri ameaças veladas. Mamãe me afastou do controle das empresas da família. Botei a boca no trombone porque estava sendo subtraído dos bons negócios. Eu era o irmão do presidente,mas o PC é que era tratado como brother.

Tanto sacrifício parece ter sido em vão. Os caras-pintadas, que poderiam ser portadores dessas histórias, estão ocupados demais em ganhar a vida e cuidar de suas fazendinhas nas redes sociais. Temos problemas em registrar políticos e períodos lamentáveis. O curioso é que gostamos de lembrar que não temos memória. Disso nunca esquecemos. Por isso, pensei que uma maneira de eternizar minha contribuição seria transformar as revelações em uma novela das 8. Ingredientes não faltam: briga de irmãos, traição, drogas, homossexualismo, magia negra, corrupção, crimes, chantagens, maldade explícita e núcleo pobre (população). Alguns acontecimentos teriam de ser suavizados para se tornarem críveis e adequados à faixa horária de exibição. Sacrificaríamos cenas como a dos supositórios de cocaína, mas levaríamos ao ar o primeiro beijo gay. Se Dado Dolabella não estiver ocupado batendo em alguém, poderia muito bem encarnar o protagonista.

A novela Vale Tudo é de 1988. Entrou no ar quatro anos antes do impeachment. Mesmo assim segue viva na cabeça dos brasileiros, volta e meia frequenta os Trending Topics do Twitter. Até as novas gerações sabem quem foi Odete Roitman. Estamos falando de algo que resiste há 23 anos na memória coletiva. O Fernando ficou inelegível por oito anos. Foi tirado da Presidência em 1992 e voltou a ocupar um cargo eletivo em 2006.Ou seja, apenas 14 anos depois de ter protagonizado as maiores barbaridades e ter provocado uma mobilização nacional sem precedentes.

Pode parecer uma ideia absurda. Mas me embrulha o estômago, depois de tudo que revelei, vê-lo de volta ao poder e ser protegido por seus pares. Não tem jeito, é preciso apelar para esse recurso dramático. Já tenho até uma sugestão de nome para essa possível novela: Caim Roxo. Te cuida, Aguinaldo.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

[over12] SARNEY INOCENTA PALOCCI



::txt::Monseñor Jacá::

Quem viveu a década de 80 sabe o que significa o prezado senhor Ribamar. Pensando nas eleições pra governador/senador/deputados de 1986, Sarney criou o plano cruzado, congelou os preços de tudo e nos convocou para ser os seus fiscais no combate a inflação. Dos 22 governadores eleitos na época, 21 eram do PMDB, seu partido, e apenas 1 do PFL, seu aliado (entre os governadores eleitos estavam os queridos Moreira Franco, Pedro Simon, Orestes Quércia). Dias depois os preços voltaram a explodir e a inflação voltou aos seus passos de lebre. Lembro bem de meu pai gastando todo salário no supermercado no dia em que recebia, pois no outro dia já estaria mais caro.

Para ficar mais um ano no poder, Sarney deu inúmeras concessões de emissoras de rádio e televisão para dezenas de deputados. O latifúndio midiático de hoje é obra dele, o dito cujo, o carcará. Naquele tempo eu ainda acreditava em alguns políticos, e todos eles o tratavam como o diabo da política brasileira. Brizola, Gabeira, Roberto Freire, Mário Covas, Lula, Collares, Olívio Dutra, Fernando Henrique Cardoso, enfim, todos aqueles que pediram Diretas Já e apoiaram Lula contra Collor em 1989, eram taxativos sobre Sarney: "se ele está de um lado, nós estamos do outro".

Pois bem, fiz as contas, e notei que Sarney está no poder, com poucas e raras exceções, desde 1º de abril de 1964, fato que coloca todos os presidentes de lá pra cá no mesmo saco. Isso sem falar do Maranhão, onde ele e seus filhos e netos e sobrinhos mandam, comandam e desmandam também há décadas, e do Amapá, estado que o Godfather comprou pra ele.

Mas eu quero chegar é num fato atual. Não sei se Palocci está certo ou não, se é ilegal, imoral ou engorda. Tenho medo é de dois coisos: se Sarney diz que Palocci é inocente, é indício de ser exatamente o contrário. Dois: se Sarney diz que inocenta Palocci, é sinal que Palocci já está inocentado. E não discutimos mais isso.

quinta-feira, 31 de março de 2011

[over12] VIVA LA REVOLUCION... DE 64!



::txt::Arlei Arnt::

Dia 31 de marzo, 1964. Os milicos declaram a revolução no Brazil. As consequências são pagas até hoje: desigualdade social, dívidas, pessoas sumidas que continuam sumidas. Mas a pior herança está no Planalto. O imortal José Sarney segue firme nos bastidores do poder. Nosso país, após a era dos milicos, hoje é um exemplo do neo-coronelismo. Pro povão pagamos uma bolsa esmola em troca de votos pra eleger e reeleger os representantes dos coronéis.

No tempo dos milicos não era permitido opinar. No neo-coronelismo, podemos nos expressar, mas claro, dizer o que foi dito acima é coisa de golpista. É a mesma turma que apoia a ditadura cubana, mas critica a também cruel ditadura militar, porém esquece que todos governos pós-Tancredo tem milicos e/ou arenistas no poder ou em suas barbas, sugando cargos, dinheiro e impondo restrições.

Pra toda essa gentália, minha humilde sugestão: peque sua camiseta do Che Guevara, e vá comemorar la revolucion que hoy completa 47 anos. Há que endurecer sem perder um carguinho!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

[agência pirata] SARNEY, CORSÁRIOS E LADRÕES



::txt::Marco Antonio Lemos::

Começo perguntando o que eventualmente levaria alguém que, de forma contínua, quase que buscando criar uma segunda natureza feita a enxó, martelo e formão, sempre se procurou pautar publicamente, no trato pessoal, por exibições de grande dignidade, fidalguia, tolerância, finesse d’esprit, respeito cerimonioso a adversários e temperança diante de críticas, a, de súbito, entregar-se a uma fúria digna de serial killer psiacopata de seriado de TV, com chiliques e sapitucas absolutamente incompatíveis com a biografia que sempre procurou esmeradamente construir. Toda vez que algum Dr. Jekyll se converte em algum Mr. Hide, razão há de ter tido, como dizia minha patusca, pachola e sábia avó.



Nesta sua última edição, a revista Veja, na matéria sobre o novo livro de Laurentino Gomes, ”1822”, narra que o hoje senador José Sarney, então presidente da República, em visita à Abadia de Westminster, em Londres, aproveitou-se de estar subitamente a sós frente à tumba do almirante escocês Thomas Cochrane, herói nacional dos britânicos, para, furibundo, pisotear-lhe com gosto e força a lápide, entre sussurros raivosos e espumejantes de “corsário!!!”. Fez mais depois, assumiu e gabou-se: “Pisei, pisei mesmo e com gosto. É um sujeito pelo qual não tenho nenhuma simpatia”



Mas, afinal, o que teria levado Sarney, cujo gosto pela etiqueta, pelo protocolo e pela “liturgia do cargo” são mais do que conhecidos, a tais destemperos? O que teria o tal Cochrane feito para que o ódio do senador, que hoje esquece tão fácil ofendas de Lula a Collor, que já o classificam como “homem não comum”, jamais tenha se aplacado?

Um pouco mais adiante, a própria reportagem esclarece: é que o citado almirante, para o efeito de consolidar a recém-proclamada independência do Brasil, recebeu ordens de D. Pedro I de eliminar focos resistentes ao governo do Rio de Janeiro, um dos quais a província do Maranhão, muito lusitólatra. São Luís foi ocupada e o governo da província viu-se “convencido”, a poder dos canhões de Cochrane, a aderir ao processo independentista, em 28 de julho de 1823. O problema é que Cochrane, bem ao estilo dos flibusteiros e bucaneiros da época, como Francis Drake e Capitão Kidd, ao mesmo tempo em que executava as ordens imperiais, teria se aproveitado para saquear, com a maior rapacidade possível, a capital maranhense. Segundo Laurentino Gomes, o butim incluía “todo o dinheiro depositado no tesouro público, na alfândega, recebeu ordens de D. Pedro I, nos quartéis e outras repartições, além de propriedades particulares e mercadorias armazenadas a bordo de 120 navios e embarcações menores ancorados no porto”. A dinheirama foi tanta que, convertida em valores atuais, equivaleria a R$ 40 milhões.



Como não se tem qualquer notícia de reações similares daquele ex-presidente diante dos túmulos de quaisquer outros invasores estrangeiros do Maranhão, em especial o mais conspícuo, o francês Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardière, que andou por lá entre 1612 e 1615 criando a França Equinocial, a suposição mais forte para o piripaque de Sarney contra Cochrane deve ter sido mesmo grana. Onde já se viu meter assim, sem cerimônia e na maior cara de pau, a mão na bufunfa maranhense? E sem pedir sequer licença a algum ilustre antepassado dos Sarneys e Ribamares! Dá pra imaginar quanto renderiam R$ 40 milhões, entre 1823 e os dias de hoje? Ou pelo menos em 1966, quando o mesmo Sarney se tornou senhor da capitania maranhense, que desde então dirigiu, pessoalmente ou com a família, com raros e curtos intervalos? Quanto prejuízo, Deus meu! Quantos danos emergentes, quantos lucros cessantes!!! Tal audácia, inominável desatino, opróbrio secular, justificaria plenamente o faniquito sarneyísta no túmulo cochrânico. Penso que até faria por merecer, com inteira justiça, uma ação de danos morais, perante o Tribunal Internacional de Haia ou, pela natureza do agravo, a OMC. Veja arremata o episódio com um ferino mas delicioso comentário:

“Talvez seja o caso de dizer que o Maranhão continua a ser tratado da mesma forma por aqueles que pisam a lápide de Cochrane”

Vejo-me aqui imaginando um dia futuro o que acabará não fazendo algum novo senhor de baraço e cutelo das plagas do Maranhão, após assumir o poder, efetuar auditorias e constatar o que foi saqueado no Estado entre 1966 e o fim da era Sarney e decidir ir ao Convento das Mercês, onde o Marimbondo de Fogo estará enterrado no jazigo da família. Presumo que ele não dirá “corsário!”, e sim coisa bem pior...

segunda-feira, 22 de março de 2010

O PIG TAMBÉM MANIPULA

#mandachuva

txt: Tiago Jucá Oliveira

Com a aproximação das eleições, algum setores da imprensa começam a perder a compostura, o senso crítico e inclusive faltam com a razão. Beiram ao ridículo.

O PIG, também conhecido por Partido da Imprensa Governista, virou uma espécie de bajulador do governo federal. Está proibido de criticar a administração Lula-Sarney-Globo. Faça isso e será rotulado de direitoso, golpista ou tucano. Como se a velha direita golpista de 64 não fizesse parte do governo populista da bolsa-esmola (expressão criada pelo Mino Carta, de certo também um golpista). Como se o tucano Henrique Meirelles não fosse o presidente do Banco Central dando seqüência à política econômica que todo banqueiro adora.

Talvez você não conheça Perseu Abramo. Ele é autor do livro “Padrões de Manipulação da Grande Imprensa”. Tudo indica que a imprensa nanica adotou o livro pra manipular também. Há dois tipos de padrões de manipulação em prática no momento pelos jornalistas do PIO: ocultação e inversão dos factos.

O PIG tem ocultado algumas coisas. Oculta Sarney, oculta Henrique Meirelles, oculta o representante dos latifundiários no Ministério da Agricultura e oculta o principal facto: o Ministro das Comunicações chama-se Hélio Costa, braço direito da Rede Globo no estado de Minas Gerais.

Ao ocultar isso, acaba por inverter a sigla pra Partido da Imprensa Golpista com o objetivo de atacar a Rede Globo e outros meios de comunicação. Mas como, cara pálida, que a Globo vai ser golpista? Por que a Globo vai ser oposição ao seu próprio governo? Auto-crítica? Qual razão teria a Globo de derrubar o governo que a levantou após a quebradeira que ela e o país tiveram assim que FHC foi reeleito?

Agora, se Veja, Estadão, Foia di Sampa e Zero Hora criticam o governo, é outra coisa. São revistas impressas, e não concessões públicas. Eles tem todo direito de criticar quem quer que seja. Vivemos num país democrático, e não na Venezuela, Irã ou Cuba, cujos presidentes são super amigos do nosso. Você não vai querer que a Veja apóie o MST, né? A Veja representa uma elite que todos sabem quem é. Mas claro, como ela sabe que grande parte de seus leitores é formada por conservadores (eleitores de FHC, Lula, Serra e Dilma), ela aproveita pra cutucar. Se você não é conservador, não deveria estar lendo essa bosta de revista. Mas não, perde seu precioso tempo lendo e relendo Veja, e depois vai pro twitter que nem uma bicha louca: “PIG”, “Veja é Golpista”. Ridículo, mano!

E ainda há coisas piores. Mestres do jornalismo brasileiro caíram em desgraça com a ala conservadora da imprensa nanica. Cansei de ver porrada pra cima de Marcelo Tas e Arnaldo Jabor. Ninguém pode criticar neste país. O sonho dessa gente é que aqui vire uma Venezuela, com censura a imprensa, restrições à internet e, claro, sem nenhuma luz no fim do túnel, literalmente. O pior apagão, meu amigo, não é o da Dilma nem o atual na Venezueira. É o da cabeça. Te liga, mané!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

OS NEO FASCISTAS



# manda chuva #
Cresce a simpatia pelo autoritarismo

txt: Tiago Jucá Oliveira

Resolvemos jogar uma isca no twitter e pescar opiniões. O resultado foi lamentável. Jornalistas, amigos, estudantes e demais áreas criativas de nossa sociedade apóiam ditaduras, ruralistas, latifundiários, coronéis e distruição de alimentos.

Como diz o açougueiro, vamos por partes. Cuba há 50 anos é dominada por uma ditadura. Naquela ilha a população não tem dinheiro, não pode reclamar, não tem liberdade de expressão, nem pode mudar de governante. Se isso não é ditadura, o que é então? Mas como os fatos estão aí pra provar que Cuba vive sob a batuta dum ditador, impossível crer que haja apoiadores a esta barbárie. Acredito que seja uma brincadeira só pra me contrariar ou chamar atenção. Uma pessoa do bem não apóia regimes totalitários.

Em Honduras, a elite latifundiária rachou. Uma ala decretou um golpe, e o presidente deposto, um coronel estilo Sarney em versão hondurenã, passou a ser o novo ícone do socialismo moreno. Com um discurso que lembra o nacionalismo de Hitler, hoje incorporado por Chávez, Zelaya tem apoio inclusive do #pio (partido da imprensa oficialesca), fiel aliado do governo Lula/Sarney/Renan. Também sou contrário a golpes, mas idolatrar um filhote da elite agrária passou dos limites. "Ah, mas ele foi eleito pelo povo". Ok, mas o Collor também foi, e gastamos a garganta com o "Fora Collor", assim como estamos hoje a gritar "Fora Sarney" e "Fora Yeda". Somos golpistas?

Quem conhece O DILÚVIO sabe do nosso apoio a causa da reforma agrária pela qual o MST luta. Mas por favor, apoiar a distruição de alimentos é ridículo. Se defendem a reforma agrária, como podem defender esse ato babaca num país faminto que nem o Brasil? Se, como a gente, não gostam da perseguição da grande mídia em relação ao MST, por que apóiam um facto que só dá munição a esta mesma mídia? O governo federal, através do ministro da agricultura, representante dos ruralistas, foi o primeiro a criminalizar a atitude sem noção do MST. Quem aplaude isso é a classe média que nunca passou fome na vida.

A reação de pessoas a algumas frases nossas serve pra ilustrar o que temos por aí. O discurso do nacionalismo, do socialismo, do autoritarismo, do totalitarismo e da censura; o desrespeito a opiniões contrárias e o culto a falta de liberdade de expressão; a contradição entre defender coronéis e elite latifundiária ao mesmo tempo que defende o MST, e também de quem defende reforma agrária mas acha lindo distruir comida.

Pra quem não lembra da história, cabe aqui lembrar o nome do partido que chegou ao poder na Alemanha nos anos 30: Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Depois veio o irmão do nazismo, que só caiu em 1989 junto com as ruínas dum muro. Foram mais de 60 anos de totalitarismo, falta de liberdade e muitas mortes. Estima-se que o Nazi-Comunismo tenha matado quase 100 milhões de pessoas. E você defende isso?

domingo, 5 de julho de 2009

MAIS +ou- MENAS #008

PORTO ALEGRE, BRASIL
que dia será amanhã ?

No observar dos dois grandiosos jogos aqui na capital do chulé, chegamos a seguinte conclusão. Porto Alegre não tem condições nenhuma pra sediar jogos de copa do mundo. Cidade sem estrutura viária, com uma polícia militar que bate em crianças e mulheres e com cartolas fora da realidade. Em breve merece um post aprofundado.



O senador Azeredo não lê O DILÚVIO. Mas o Peter Sunde, do The Pirate Bay, sim.

Dilma apóia Sarney. Quem te viu, quem te vê. Ela quase morreu lutando contra os comparsas do cabra, foi presa e torturada, e agora está de braços dado com o bigode. Além das plásticas no rosto, ela deve ter feito uma cirurgia no cérebro.




TAPA NA ORELHA

dj basket sound system

editor sonoro de O DILÚVIO Space Radio

Na semana em que Michael Jackson nos deu goodbye, não deixe de ouvir O DILÚVIO Space Radio. Fiz uma singela homenagem ao rei, com versões originais, remix, mashups, acústicos e curiosidades.



Outra novidade da porra é o novo disco do genial De Leve. O álbum, que se chama De Love, está menos funk do que o anterior, o já clássico Manifesto 1/2 171. A grande faixa, por enquanto, pois nossos ouvidos mudam de opinião a toda hora, é o dueto de De Leve com Totonho (dos Cabra) em "Pra ser feliz". A letra é surreal: "eu tinha tudo pra ser feliz/ segundo grau completo/ curso de datilografia/ uma passagem de ônibus". Você pode baixar o disco aqui e observar o comentário do próprio De Leve: "GOSTOU DO DISCO? ENTÃO PORQUE NAO COMPRA-LO POR R$5 CINCO REAIS E ME APOIAR PARA FUTUROS TRABALHOS?" De Leve não é contra download, mas ele tem razão. Baixou, gostou e tem dinheiro, então compre mesmo.



Pra quem curte mashups, é legal conferir o terceiro volume do povo do Hood, os ladrões de direitos autorais. São mais de 30 duelos, entre eles Estelle vs. The Ting Things, Fleetwood Mac vs. Daft Punk, T-Pain vs. TV On The Radio, Jay-Z vs. Xiu-Xiu e Lil Kim vs. MGMT. Imperdível. Acesse o site e baixe logo.

Pra quem curte música brasileira, vale uma dica quente. Meus amigos Caio Jobim e Pablo Francischelli produziram e dirigiram um programa que está em cartaz no Canal Brasil. "Pelas Tabelas" traz a cada programa dois artistas, que tocam e falam de suas carreiras. Eu ainda não tinha assistido ao programa, mas tive a oportunidade de ver ao lado deles nesta curta passagem de ambos pelo sul, na baia do De Nardi. E tá super bem feito, rico em detalhes e sem pressa. Vi dois programas: Siba e Roberto Correa, e Yamandu Costa e Hamilton de Holanda. Embora não conhecesse o suficiente de Roberto e de Hamilton, pude saber um pouco mais. Mesmo assim não o necessário pra considera-los gênios como o Siba e o Yamandu. Mas aí é aquela cousa: "ah, eu escolheria outros, ah, eu filmaria assim". Certo, talvez eu também, mas não é por aí que você deveria fazer uma crítica. Eu diria então: "ah, se eu fosse o Cabral teria vindo de avião". Pelas Tabelas é um ótimo panorama da música deste país. Assista. Canal Brasil, toda sexta, 21h, com reprise aos domingos, 12h.








DRM EM CRISE
Ivan carlos

do blog A Last Requiem


A Microsoft impede que usuários instalem programas legítimos após um período

Antes de “vomitar” algo sobre o DRM, vamos explicar:

O que é o DRM?

DRM é a sigla para Digital Rights Management, ou Gestão de direitos digitais (em português), e visa controlar, monitorar ou impedir acesso a conteúdos digitais, criptografando-os, bloqueando seu acesso ou requisitando alguma autorização remota prévia para disponibilizar o conteúdo em questão.

Atualmente o DRM está em praticamente todos os conteúdos oferecidos atualmente, como músicas, vídeos, jogos, aplicações em geral e sistemas operacionais, ele também está embutido em mídias de CD, DVD e BD, além de mídias proprietárias como o UMD.

leia mais >AQUI< Michael Jackson, o artista que vale mais morto que vivo




Miguel Caetano

do blog Remixtures

Foi há menos de uma semana que Michael Jackson, o auto-proclamado “Rei da Pop“, morreu. Mas há quem diga que o artista já tinha morrido há muitos anos atrás. Na verdade, os trágicos acontecimentos do dia 26 de Junho foram apenas o culminar de um lento processo de auto-degradação física e psicológica.

Quem acabou por lucrar de uma forma cruel e cínica com o falecimento de Michael Jackson foi a sua antiga editora, a Sony Music, que certamente já não esperava que o artista voltasse a ser a galinha de ovos de ouro que nos idos anos 80 ele foi. O que não é de estranhar, tendo em conta que no star system… [Continue a ler]




quarta-feira, 1 de julho de 2009

TOP 10 JUNHO 2009




10 frases mais engraçadas

1. "Fora Sarney", brasileiras e brasileiros
2. "Eu sou vagabundo, então?" Paulo Autuori
3. "Só porque foi criado pela ditadura, não quer dizer que não preste", Sérgio Murilo, presidente da Federação Nacional dos Papagaios
4. "Se você, jornalista que tem medo de concorrer com analfabeto, desiste da profissão e vá plantar batatas", Manda Chuva
5. "Coloca a hashtag #forasarney, assim o twitter consegue localizar, essa é a moral!", Fernanda Scur
6. "Eu amo xixi", doida doente
7. "O jornalismo vai acabar", Nunes, presidente do Sindicato dos Prostitutos
8. "Imperador voltou", Maracanã
9. "Eles chegaram", Sérgio Amadeu
10. "In the left, in the right, in the medium", Joel Santana


10 insanidades pesquisados na internet e que chegaram até aqui pro blog, sabe-se la como

1. Fotonaldo
2. Virgens a foder
3. Como eu posso abaixa o cd o canto dos anjos- nirvana
4. putas.com.cu.gordo.a.fuder
5. Diploma jornalista limpar bunda
6. Brasileira quer foder com jornalista
7. Vera Fisher chupando um pau
8. Boi foder
9. Foder sem destino
10. Foder dos dois lados


10 músicas mais ouvidas em O DILÚVIO Space Radio

1. Manu Chao - Cabra da Peste
2. Orquestra Brasileira de Música Jamaicana - O Guarani
3. De Leve - Diploma
4. Lily Allen - Not Fair
5. Costa a Costa - Boa Noite Cinderela
6. Jam da Silva - Dub das Cavernas
7. Kumbia Queers - Kumbia dark
8. CSS e João Brasil - Left Behind tropical mix
9. Ivan Timbó - Run
10. The Dynamites - Seven Nation Army



10 páginas mais visitadas aqui neste blog


1. Putas a foder
2. Top 10 Maio 2009
3. E-Brazil
4. Pega o diploma e limpa sua bunda
5. Jupiter Maçã
6. Festival 7.1.9. de bandas de garagem
7. Café das fadas
8. 90 anos de Jackson do Pandeiro
9. Manifesto contra Zumbi
10. Um novíssimo jornalismo


10 cidades que mais leram este blog

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10 fontes que mais acessaram este blog

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8. Pendurado Para Secar
9. Factoide
10. A Carapuça

#ALGUNS DIREITOS RESERVADOS

Você pode:

  • Remixar — criar obras derivadas.

Sob as seguintes condições:

  • AtribuiçãoVocê deve creditar a obra da forma especificada pelo autor ou licenciante (mas não de maneira que sugira que estes concedem qualquer aval a você ou ao seu uso da obra).

  • Compartilhamento pela mesma licençaSe você alterar, transformar ou criar em cima desta obra, você poderá distribuir a obra resultante apenas sob a mesma licença, ou sob licença similar ou compatível.

Ficando claro que:

  • Renúncia — Qualquer das condições acima pode ser renunciada se você obtiver permissão do titular dos direitos autorais.
  • Domínio Público — Onde a obra ou qualquer de seus elementos estiver em domínio público sob o direito aplicável, esta condição não é, de maneira alguma, afetada pela licença.
  • Outros Direitos — Os seguintes direitos não são, de maneira alguma, afetados pela licença:
    • Limitações e exceções aos direitos autorais ou quaisquer usos livres aplicáveis;
    • Os direitos morais do autor;
    • Direitos que outras pessoas podem ter sobre a obra ou sobre a utilização da obra, tais como direitos de imagem ou privacidade.
  • Aviso — Para qualquer reutilização ou distribuição, você deve deixar claro a terceiros os termos da licença a que se encontra submetida esta obra. A melhor maneira de fazer isso é com um link para esta página.

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