#CADÊ MEU CHINELO?
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
[agência pirata] AS RAZÕES DOS MANDACHUVAS DA FIFA
:: txt :: Paulo Mileno ::
Afinal das contas, qual teria sido o critério da Fédération Internationale de Football Association (Fifa) para a escolha dos mestres de cerimônias (MCs) para a apresentação do sorteio das chaves no evento realizado na sexta-feira (6/12), na Costa do Sauípe, na Bahia? Afinal de contas, já que a entidade máxima do futebol internacional não apresentou uma justificativa ou uma desculpa, qual seria, se é que houve algum critério na escolha da gaúcha Fernanda Lima e do catarinense Rodrigo Hilbert como MCs? Se foi uma escolha entre o baiano Lázaro Ramos e a carioca Camila Pitanga, como toda escolha, houve um critério ou cálculo do custo de oportunidade. Se você escolhe uma oportunidade, você também está perdendo pelo que a outra oportunidade tinha a oferecer.
Eu, que pouco sei de Economia e menos ainda entendo de Direito, ousarei do domínio do fato para tentar interpretar o fato que repercute: Camila Pitanga é Pitanga desde Antônio, o mesmo revelado por Glauber Rocha tido como o célebre do Cinema Novo, que por sinal criou, com sua turma, o cinema brasileiro. Que fique claro: o cinema abordado sobre as questões da realidade de seu povo. Camila constrói sua carreira tanto no cinema, no teatro e na televisão em que, por sinal, está no ar desde que a presença dos atores negros na TV não era tão constante, embora ainda sem consistência, desde que Lázaro Ramos se tornou uma referência para as novas gerações.
Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert, além de formarem casal na vida real, são modelos e atores. Fernanda é também apresentadora de TV. A presença de ambos na televisão é bem mais fácil e até mais lógica (?), já que a sociedade é estruturalmente racista. Vejamos: Fernanda e Rodrigo são atores. Lázaro é um “ator negro”. Camila Pitanga já tem um histórico e todo mundo sabe que desde cedo ela se autodeclara como
negra (à revelia e incompreensão de alguma gente). O sucesso profissional, segundo o dr. Nilo Batista, vai embranquecendo as pessoas. Ele, que se diz mulato, reclamava que não tinha alunos negros nas suas turmas de Direto nas universidades antes das cotas e programas de acesso ao ensino superior. Até então, o negro estava predestinado, no máximo, a cursar o ensino médio.
Camisa semelhante à do Flamengo
Se os fatos não falam por si, temos no documentário de Zoel Zito Araújo, A Negação do Brasil,um clássico dado sua contemporaneidade aos idos do século 21, onde o longa fora filmado na virada do ano 2000. Chegamos ao fim de 2013 e o racismo como ideologia (claro, é um pensamento fincado em ideias) faz da crença que Jesus Cristo tem feições europeias, quando esse teria nascido e se criado no norte do Egito.
Não tenho nada contra Rodrigo Hilbert e muito menos Fernanda Lima. E concordo com ela quando diz não ter nada a ver com isso por ser “branquinha”. Esse mesmo casal já foi MC do lançamento do emblema da Copa do Mundo em Johanesburgo, na África do Sul, em 2010, e em 2011, no Rio de Janeiro, Fernanda Lima também apresentou, ao lado do apresentador Tadeu Schmidt, as seleções que disputariam as eliminatórias.
Se “isso” no que ela se refere quanto à escolha da Fifa, é claro. Mas se a Fifa declarar o motivo “daquilo” de sua pretensão no que se refere aos cerimonialistas do evento que apresentaram os grupos-chaves do campeonato, um tanto se justifica, pois a cerimônia na Costa do Sauípe já demostra um lugar projetado para o turismo. Agora, se ela sabe o motivo por parte da Fifa, e o critério ou o custo de oportunidade se deve por eles serem brancos, teria ela e seu marido que recusar o convite.
Racismo, preconceito e descriminação em geral é burrice. “(...) O preconceito é uma coisa sem sentido/ Tire a burrice do peito e me dê ouvidos/ Me responda se você discriminaria/ Um sujeito com a cara do PC Farias/ Não, você não faria isso não/ Você aprendeu que o preto é ladrão (...)” – diz um trecho da música de Gabriel, O Pensador. Por sugerir pensamento, a Alemanha lançou seu slogan: “Vocês nem imaginam o quanto de Brasil existe dentro de nós”. Trata-se de uma mensagem da seleção alemã para o povo brasileiro e, pela diversidade na foto, acho que os modelos Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert não seriam selecionados. Não sei se é coincidência, mas nas redes sociais a equipe da Alemanha tem divulgado uma camisa semelhante às cores do time do Flamengo.
Ponto de vista do colonizador
A Globo agiu acertadamente ao indicar Lázaro e Camila para a cerimônia de apresentação dos grupos-chaves da Copa, na Bahia. Trata-se de um estado brasileiro negro, e o Brasil possui a maior população negra do planeta, fora da África, onde 51% de sua população se autodeclara como afrodescendentes e/ ou pretos e pardos, segundo o IBGE. Isto é, somos 51% que se auto-declaram (a separação, mesmo com a abolição do hífen, é proposital), fora as pessoas que não se declaram assim como as mesmas que contrariam a própria Camila Pitanga.
A televisão brasileira passa por uma adaptação do nosso tempo enquanto o Rio de Janeiro como polo cultural do Brasil não poder ter, somente, a zona sul de Manoel Carlos como produção do imaginário, mas também deve, sobretudo, ter o universo da zona oeste de Paulo Lins veiculado em comunicação em massa. Incluindo aí também o subúrbio da zona norte. Mais da metade do povo brasileiro também tem o direito de ser representado nos programas, nas novelas, nos âncoras jornalísticos, nos filmes e nas demais formas de transmissão da identidade brasileira. Do contrário, continuaremos com o ponto de vista do colonizador. Madiba presente ad aeternum!
Afinal das contas, qual teria sido o critério da Fédération Internationale de Football Association (Fifa) para a escolha dos mestres de cerimônias (MCs) para a apresentação do sorteio das chaves no evento realizado na sexta-feira (6/12), na Costa do Sauípe, na Bahia? Afinal de contas, já que a entidade máxima do futebol internacional não apresentou uma justificativa ou uma desculpa, qual seria, se é que houve algum critério na escolha da gaúcha Fernanda Lima e do catarinense Rodrigo Hilbert como MCs? Se foi uma escolha entre o baiano Lázaro Ramos e a carioca Camila Pitanga, como toda escolha, houve um critério ou cálculo do custo de oportunidade. Se você escolhe uma oportunidade, você também está perdendo pelo que a outra oportunidade tinha a oferecer.
Eu, que pouco sei de Economia e menos ainda entendo de Direito, ousarei do domínio do fato para tentar interpretar o fato que repercute: Camila Pitanga é Pitanga desde Antônio, o mesmo revelado por Glauber Rocha tido como o célebre do Cinema Novo, que por sinal criou, com sua turma, o cinema brasileiro. Que fique claro: o cinema abordado sobre as questões da realidade de seu povo. Camila constrói sua carreira tanto no cinema, no teatro e na televisão em que, por sinal, está no ar desde que a presença dos atores negros na TV não era tão constante, embora ainda sem consistência, desde que Lázaro Ramos se tornou uma referência para as novas gerações.
Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert, além de formarem casal na vida real, são modelos e atores. Fernanda é também apresentadora de TV. A presença de ambos na televisão é bem mais fácil e até mais lógica (?), já que a sociedade é estruturalmente racista. Vejamos: Fernanda e Rodrigo são atores. Lázaro é um “ator negro”. Camila Pitanga já tem um histórico e todo mundo sabe que desde cedo ela se autodeclara como
negra (à revelia e incompreensão de alguma gente). O sucesso profissional, segundo o dr. Nilo Batista, vai embranquecendo as pessoas. Ele, que se diz mulato, reclamava que não tinha alunos negros nas suas turmas de Direto nas universidades antes das cotas e programas de acesso ao ensino superior. Até então, o negro estava predestinado, no máximo, a cursar o ensino médio.
Camisa semelhante à do Flamengo
Se os fatos não falam por si, temos no documentário de Zoel Zito Araújo, A Negação do Brasil,um clássico dado sua contemporaneidade aos idos do século 21, onde o longa fora filmado na virada do ano 2000. Chegamos ao fim de 2013 e o racismo como ideologia (claro, é um pensamento fincado em ideias) faz da crença que Jesus Cristo tem feições europeias, quando esse teria nascido e se criado no norte do Egito.
Não tenho nada contra Rodrigo Hilbert e muito menos Fernanda Lima. E concordo com ela quando diz não ter nada a ver com isso por ser “branquinha”. Esse mesmo casal já foi MC do lançamento do emblema da Copa do Mundo em Johanesburgo, na África do Sul, em 2010, e em 2011, no Rio de Janeiro, Fernanda Lima também apresentou, ao lado do apresentador Tadeu Schmidt, as seleções que disputariam as eliminatórias.
Se “isso” no que ela se refere quanto à escolha da Fifa, é claro. Mas se a Fifa declarar o motivo “daquilo” de sua pretensão no que se refere aos cerimonialistas do evento que apresentaram os grupos-chaves do campeonato, um tanto se justifica, pois a cerimônia na Costa do Sauípe já demostra um lugar projetado para o turismo. Agora, se ela sabe o motivo por parte da Fifa, e o critério ou o custo de oportunidade se deve por eles serem brancos, teria ela e seu marido que recusar o convite.
Racismo, preconceito e descriminação em geral é burrice. “(...) O preconceito é uma coisa sem sentido/ Tire a burrice do peito e me dê ouvidos/ Me responda se você discriminaria/ Um sujeito com a cara do PC Farias/ Não, você não faria isso não/ Você aprendeu que o preto é ladrão (...)” – diz um trecho da música de Gabriel, O Pensador. Por sugerir pensamento, a Alemanha lançou seu slogan: “Vocês nem imaginam o quanto de Brasil existe dentro de nós”. Trata-se de uma mensagem da seleção alemã para o povo brasileiro e, pela diversidade na foto, acho que os modelos Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert não seriam selecionados. Não sei se é coincidência, mas nas redes sociais a equipe da Alemanha tem divulgado uma camisa semelhante às cores do time do Flamengo.
Ponto de vista do colonizador
A Globo agiu acertadamente ao indicar Lázaro e Camila para a cerimônia de apresentação dos grupos-chaves da Copa, na Bahia. Trata-se de um estado brasileiro negro, e o Brasil possui a maior população negra do planeta, fora da África, onde 51% de sua população se autodeclara como afrodescendentes e/ ou pretos e pardos, segundo o IBGE. Isto é, somos 51% que se auto-declaram (a separação, mesmo com a abolição do hífen, é proposital), fora as pessoas que não se declaram assim como as mesmas que contrariam a própria Camila Pitanga.
A televisão brasileira passa por uma adaptação do nosso tempo enquanto o Rio de Janeiro como polo cultural do Brasil não poder ter, somente, a zona sul de Manoel Carlos como produção do imaginário, mas também deve, sobretudo, ter o universo da zona oeste de Paulo Lins veiculado em comunicação em massa. Incluindo aí também o subúrbio da zona norte. Mais da metade do povo brasileiro também tem o direito de ser representado nos programas, nas novelas, nos âncoras jornalísticos, nos filmes e nas demais formas de transmissão da identidade brasileira. Do contrário, continuaremos com o ponto de vista do colonizador. Madiba presente ad aeternum!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
[do além] TOCA RAUL!
:: txt :: Raul Seixas ::
Logo nos primeiros minutos do documentário Raul, o Início, o Fim e o Meio, meu irmão Plínio conta que, durante a adolescência, eu sofria de insônia e, quando o acordava, ele recomendava que eu me masturbasse para que o sono chegasse novamente. Foram as primeiras vezes que se ouviu no Brasil o famoso grito: Toca, Raul! Mas tal brado é bem mais antigo. Como nasci há 10mil anos atrás – e só há o Google que saiba mais –, posso afirmar que o grito Toca, Raul! surgiu antes mesmo de minha obra musical. Na Grécia antiga, Homero certa vez recitava a Ilíada quando foi interrompido por um maluco beleza a berrar para que uma de minhas canções fosse executada.
Jesus enfrentou problema semelhante. Durante o famoso Sermão da Montanha, mal começou a proferir Bem-aventurados os humildes de espírito, porque... ouviu a voz de um infiel a gritar: Toca, Raul! Sabe aquela pausa de Martin Luther King depois de I Have a Dream? Pois é, não teve intenção dramática. Foi provocada por alguém da plateia que gritava você sabe o quê. Tenho dois sentimentos em relação ao grito. Há um lado meu que gosta de emblemar essa tradição da inconveniência. Gritar Toca, Raul! durante um concerto de Chopin, por exemplo, é se materializar como a mosca que pousou em sua sopa. Em muitas ocasiões, funciona como um chamado de alerta, uma convocação ao despertar, um rasgo de rebeldia, um pouco de rock-n’-roll. Em outras, serve como trilha sonora pros tempos atuais: toda vez que Obama aparece ameaçando um ataque à Síria, fico esperando alguém gritar Toca, Raul! pra eu começar a tocar Senhor da Guerra; quando surge notícia sobre Assad, penso em cantar Cowboy Fora da Lei pra ele. Entretanto, nada tira da minha cabeça que o problema dos dois é nunca ter ouvido Rock das Aranhas.
Mas agora vou desdizer o oposto do que disse antes. O que me dá um certo bode é que Toca, Raul! virou também uma espécie de piada do tipo é pavê ou pra comer. O sujeito não economiza no bordão. E o dispara em qualquer ocasião. Show no barzinho, roda de samba, balada sertaneja, desfile militar. Seu uso excessivo, além de desgastar o sentido original, se é que teve, cria certa animosidade com minha obra. Gente que nunca ouviu Ouro de Tolo e Krig-ha, Bandolo! já nem quer conhecer minhas músicas por conta dessa turma do pavê. Repetem tanto esse mantra por aí que os Detonautas vão fazer um tributo a mim no Rock in Rio. Você sabe, tributo só é bom pra quem arrecada. Ao menos uma coisa me consola: depois disso, acho muito improvável que se escute Toca, Raul! outra vez.
Logo nos primeiros minutos do documentário Raul, o Início, o Fim e o Meio, meu irmão Plínio conta que, durante a adolescência, eu sofria de insônia e, quando o acordava, ele recomendava que eu me masturbasse para que o sono chegasse novamente. Foram as primeiras vezes que se ouviu no Brasil o famoso grito: Toca, Raul! Mas tal brado é bem mais antigo. Como nasci há 10mil anos atrás – e só há o Google que saiba mais –, posso afirmar que o grito Toca, Raul! surgiu antes mesmo de minha obra musical. Na Grécia antiga, Homero certa vez recitava a Ilíada quando foi interrompido por um maluco beleza a berrar para que uma de minhas canções fosse executada.
Jesus enfrentou problema semelhante. Durante o famoso Sermão da Montanha, mal começou a proferir Bem-aventurados os humildes de espírito, porque... ouviu a voz de um infiel a gritar: Toca, Raul! Sabe aquela pausa de Martin Luther King depois de I Have a Dream? Pois é, não teve intenção dramática. Foi provocada por alguém da plateia que gritava você sabe o quê. Tenho dois sentimentos em relação ao grito. Há um lado meu que gosta de emblemar essa tradição da inconveniência. Gritar Toca, Raul! durante um concerto de Chopin, por exemplo, é se materializar como a mosca que pousou em sua sopa. Em muitas ocasiões, funciona como um chamado de alerta, uma convocação ao despertar, um rasgo de rebeldia, um pouco de rock-n’-roll. Em outras, serve como trilha sonora pros tempos atuais: toda vez que Obama aparece ameaçando um ataque à Síria, fico esperando alguém gritar Toca, Raul! pra eu começar a tocar Senhor da Guerra; quando surge notícia sobre Assad, penso em cantar Cowboy Fora da Lei pra ele. Entretanto, nada tira da minha cabeça que o problema dos dois é nunca ter ouvido Rock das Aranhas.
Mas agora vou desdizer o oposto do que disse antes. O que me dá um certo bode é que Toca, Raul! virou também uma espécie de piada do tipo é pavê ou pra comer. O sujeito não economiza no bordão. E o dispara em qualquer ocasião. Show no barzinho, roda de samba, balada sertaneja, desfile militar. Seu uso excessivo, além de desgastar o sentido original, se é que teve, cria certa animosidade com minha obra. Gente que nunca ouviu Ouro de Tolo e Krig-ha, Bandolo! já nem quer conhecer minhas músicas por conta dessa turma do pavê. Repetem tanto esse mantra por aí que os Detonautas vão fazer um tributo a mim no Rock in Rio. Você sabe, tributo só é bom pra quem arrecada. Ao menos uma coisa me consola: depois disso, acho muito improvável que se escute Toca, Raul! outra vez.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
[...] O ANALFABETO POLÍTICO
:: psy :: Bertold Brecht ::
O pior analfabeto, é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa dos
acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha
Do aluguel, do sapato e do remédio Depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia
política.
Não sabe o imbecil,
Que da sua ignorância nasce a prostituta, O menor abandonado,
O assaltante e o pior de todos os bandidos
Que é o político vigarista,
Pilanta, o corrupto e o espoliador
Das empresas nacionais e multinacionais.
O pior analfabeto, é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa dos
acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha
Do aluguel, do sapato e do remédio Depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia
política.
Não sabe o imbecil,
Que da sua ignorância nasce a prostituta, O menor abandonado,
O assaltante e o pior de todos os bandidos
Que é o político vigarista,
Pilanta, o corrupto e o espoliador
Das empresas nacionais e multinacionais.
Assinar:
Postagens (Atom)
#ALGUNS DIREITOS RESERVADOS
Você pode:
- Compartilhar — copiar, distribuir e transmitir a obra.
- Remixar — criar obras derivadas.
Sob as seguintes condições:
-
Atribuição — Você deve creditar a obra da forma especificada pelo autor ou licenciante (mas não de maneira que sugira que estes concedem qualquer aval a você ou ao seu uso da obra).
-
Compartilhamento pela mesma licença — Se você alterar, transformar ou criar em cima desta obra, você poderá distribuir a obra resultante apenas sob a mesma licença, ou sob licença similar ou compatível.
Ficando claro que:
- Renúncia — Qualquer das condições acima pode ser renunciada se você obtiver permissão do titular dos direitos autorais.
- Domínio Público — Onde a obra ou qualquer de seus elementos estiver em domínio público sob o direito aplicável, esta condição não é, de maneira alguma, afetada pela licença.
- Outros Direitos — Os seguintes direitos não são, de maneira alguma, afetados pela licença:
- Limitações e exceções aos direitos autorais ou quaisquer usos livres aplicáveis;
- Os direitos morais do autor;
- Direitos que outras pessoas podem ter sobre a obra ou sobre a utilização da obra, tais como direitos de imagem ou privacidade.
- Aviso — Para qualquer reutilização ou distribuição, você deve deixar claro a terceiros os termos da licença a que se encontra submetida esta obra. A melhor maneira de fazer isso é com um link para esta página.
.
@

